Resumo
O presente projeto visa à síntese de novos derivados porfirinóides e ftalocianínicos de alta conjugação, mais especificamente dibenzobacterioclorinas e naftalocianinas. Para tanto, são propostas algumas sínteses lineares de fotossensibilizadores do tipo bacterioclorinas e ftalocianinas, ambos devidamente substituídos com halogênios para posterior funcionalização através de acoplamentos organometálicos. Os produtos de acoplamento ainda deverão sofrer reações de eletrociclização/aromatização para render as dibenzobacterioclorinas e naftalocianinas desejadas. Pretende-se com isto abranger aspectos de estudos metodológicos sobre o emprego de acoplamentos organometálicos nestes tipos de estruturas de fotossensibilizadores, além de estudar as eletrociclizações/aromatização enquanto estratégia geral para a produção de fotossensibilizadores de alta conjugação (um dos focos atuais do grupo). São esperadas a obtenção de estruturas inéditas de fotossensibilizadores denominados aqui dibenzobacterioclorinas, cujas propriedades fotofísicas podem ser promissoras para estudos de aplicação sobre variadas perspectivas. Especificamente na parte de estudos sobre acoplamentos organometálicos em halo-ftalocianinas deve-se destacar que, até o momento, esta estratégia não foi utilizada para a produção de naftalocianinas, o que pode significar uma importante contribuição do ponto de vista metodológico. Ainda, as propriedades destes novos compostos podem apontar para aplicações nas mais variadas áreas como: terapias fotônicas, marcadores fluorescentes, OLEDs, cristais líquidos, dentre outras.De maneira mais ampla, pretendemos com este projeto avançar na linha de pesquisa iniciada em 2009 (Auxílio Jovem Pesquisador 2008/06619-4 - Síntese de Compostos Heterocíclicos com Atividades Fotossensibilizadoras). Atualmente temos em nosso grupo 4 estudantes de doutorado, 2 de mestrado, 3 ICs e 2 pós-docs atuando em diferentes frentes de nossa linha. Estabelecemos nossa equipe na UFSCar a pouco mais de 2 anos e meio e, desde então, nossa equipe cresceu bastante e com ela as necessidades de consumo, equipamentos e infra estrutura para realização de nossas pesquisas. O auxílio jovem pesquisador da FAPESP foi fundamental para o amadurecimento desta proposta no início de nossa carreira e veio cobrir bem as necessidades iniciais e prioritárias para o estabelecimento do grupo. Agora precisamos avançar no que foi iniciado e investir inevitavelmente na infraestrutura do laboratório, adaptando-o e reformando-o na medida do possível. (AU)
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