| Processo: | 13/08896-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Enzimologia |
| Pesquisador responsável: | Carmen Veríssima Ferreira |
| Beneficiário: | Karin Juliane Pelizzaro Rocha |
| Instituição Sede: | Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Transdução de sinais MicroRNAs |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Calixareno | cancer de pancreas | Mecanismos Bioquímicos | microRNA | Proteina quinase | Transdução de sinal |
Resumo O câncer de pâncreas é uma das mais comuns neoplasias do trato gastrointestinal, sendo a quarta causa de morte relacionada a câncer nos Estados Unidos. Praticamente nenhum avanço tem sido feito, a fim de, diagnosticar e tratar pacientes com tumores em estágio inicial. Além disso, a agressividade do câncer de pâncreas tem sido relacionada com níveis elevados de mediadores pró-sobrevivência, os quais são responsáveis pela rápida progressão da doença, resistência e metástase. Neste contexto, visando-se obter fármacos mais efetivos, específicos e com menores efeitos colaterais, fazem-se necessários melhores conhecimentos sobre a biologia do tumor, bem como do candidato a fármaco sob o aspecto molecular. Em um estudo preliminar (processo FAPESP 2010/15496-3) Karin Pelizzaro-Rocha demonstrou que o calix[6]areno atua como potente agente contra a agressividade do câncer de pâncreas. Dados iniciais revelaram que o calix[6]areno inibiu vias de transdução de sinal dependentes de receptores de tirosina quinases (Mer, AXL e PDGFR). Somado a isso, observou-se indução de estresse de retículo, processo reconhecidamente associado com morte celular. De forma interessante, também foi observado que o calix[6]areno reduziu a adesão e migração celular e este comportamento foi associado com a modulação de integrina/FAK, metaloproteinase e LMWPTP. Contudo, ainda faltam maiores informações bioquímicas que validem o potencial do calix[6]areno como agente antitumoral, especificamente sobre o câncer de pâncreas, e assim fornecer suporte para que ensaios em outros modelos, inclusive in vivo, possam ser realizados. Neste sentido, o projeto propõe, de forma inédita, utilizar diferentes estratégias experimentais para investigar o tráfego celular do calix[6]areno, bem como fornecer informações e correlações bioquímicas globais sobre a atuação deste composto no metabolismo de células de câncer de pâncreas, especificamente sobre o quinoma e expressão de microRNAs. Desta forma, além de poder refinar o mecanismo de ação deste composto, será possível predizer prováveis efeitos colaterais e também a aplicabilidade deste composto no tratamento de outros tipos de tumores. | |
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