| Processo: | 13/21186-5 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2016 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Genética - Genética Molecular e de Microorganismos |
| Pesquisador responsável: | Karen Cristiane Martinez de Moraes |
| Beneficiário: | Karen Cristiane Martinez de Moraes |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Rio Claro. Rio Claro , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Rio Claro |
| Pesquisadores associados: | Bruno Cogliati ; Carol Jane Wilusz ; Igor Jurisica |
| Assunto(s): | Processamento de proteína pós-traducional Sequenciamento de nucleotídeos em larga escala MicroRNAs Fibrose hepática Cirrose hepática Angiotensinas Ciclo-oxigenase 2 Análise funcional Cultura de células |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Análise Funcional | cultura celular | fibrose hepática | MicroRNAs | processamento pós-transcricional | Sequenciamento em larga escala | Processamento pos-transcricional de RNAs |
Resumo
Compreender a sutileza dos mecanismos que regulam a expressão gênica e que colaboram com a integridade dos organismos, tornou-se foco de investigações de diversas áreas. Dentro desse contexto, os pequenos RNAs não decodificadores (sncRNAs), mais precisamente microRNAs (miRNAs) vem ganhando espaço na curiosidade científica. Essas pequenas moléculas modulam a expressão de genes e estudos apontam a sua futura utilização pela indústria farmacêutica, mas para isso, o detalhamento de redes de interações moleculares dos miRNAs deve ser realizada. Atualmente, a fibrose hepática ainda é considerada grave problema de saúde pública e a busca por terapias inovadoras é constante. Estudos mais recentes apontam o potencial antifibrótico hepático do peptídeo vasoativo Angiotensina-(1-7) [(Ang-(1-7)], que também se apresenta como um interessante candidato na modulação dos níveis da proteína ciclooxigenase-2 (COX-2). COX-2 é uma enzima responsável pelo controle do processo inflamatório, que direta ou indiretamente também se correlaciona com os processos fibrosantes. Entretanto, as particularidades mecanísticas das redes de interações moleculares na fibrose hepática, e bem como a modulação das mesmas pelo peptídeo vasoativo ainda são obscuros. Sendo assim, identificar elementos centrais dessas vias e sua correlação com miRNAs poderá redirecionar tratamentos pré-clínicos futuros. Para isso, ensaios celulares, qRT-PCRs, sequenciamentos de nova geração, validação de interações moleculares, Western blots, ensaios de RNA de interferência e análises de bioinformática serão realizados. (AU)
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