| Processo: | 14/01861-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 29 de fevereiro de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Zootecnia - Produção Animal |
| Pesquisador responsável: | Kênia Cardoso Bícego |
| Beneficiário: | Lara do Amaral Silva |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Jaboticabal. Jaboticabal , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Estereologia Fisiologia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Estereologia | parabronquios | Fisiologia |
Resumo Existem muitas evidencias na literatura a respeito dos efeitos da hipóxia durante diferentes fases da incubação sobre o desenvolvimento de órgãos e do metabolismo energético de pintainhos recém-eclodidos. Nenhum desses trabalhos, no entanto, verificou o efeito da hipóxia durante a fase final do desenvolvimento pré-natal de aves, em que ocorre maturação do sistema respiratório, sobre a morfologia dos pulmões após a eclosão. Sendo assim, no presente estudo será utilizada a técnica de estereologia para verificar o efeito da exposição à hipóxia (15% O2) na terceira semana de incubação sobre a estrutura do sistema pulmonar de frangos de corte de 1 e 10 dias pós-eclosão. Para isso serão incubados ovos férteis de matrizes da linhagem Cobb 500 de maneira seriada até que se completem as coletas de pulmões de cada repetição. Os grupos serão divididos em normóxia (Nx) durante todo o tempo da incubação e hipóxia dos 12 aos 18 dias de incubação (HxF), sendo a estrutura pulmonar avaliada no primeiro e no décimo dias pós-eclosão. Será utilizada a técnica de estereologia para determinar a estrutura e o volume pulmonar. Para isso os animais serão eutanasiados, os pulmões fixados e o volume será determinado pela técnica de Cavalieri. Serão retirados cubos de 2/2mm do pulmão de cada repetição, os quais serão emblocadas em resina e cortados para microscopia de luz e eletrônica de transmissão (cortes sequenciais com ângulos crescentes) seguido pela fotomicrografia que possibilitará medidas quantitativas como volume das estruturas e quantificar a barreira e a superfície para trocas gasosas. | |
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