| Processo: | 15/05130-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2017 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Parasitologia - Protozoologia de Parasitos |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Silvia Reni Bortolin Uliana |
| Beneficiário: | Caroline Ricce Espada |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Miltefosina Leishmania braziliensis Resistência microbiana a medicamentos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Isolados clínicos | leishmania braziliensis | Miltefosina | Quimioterapia de Leishmanioses |
Resumo A leishmaniose é uma doença causada por parasitas do gênero Leishmania. No Brasil, a forma cutânea da doença é causada principalmente por Leishmania (Viannia) braziliensis, com incidência anual de aproximadamente 26 mil casos em 2012. Os fármacos disponíveis para o tratamento da leishmaniose possuem limitações como alta toxicidade e necessidade de administração parenteral, o que pode resultar em abandono do tratamento e consequente seleção de parasitas resistentes. A miltefosina é um fármaco de uso oral que já está disponível para o tratamento de leishmaniose em alguns países, mas que ainda não é utilizado no Brasil. Sabe-se que a suscetibilidade à miltefosina varia entre espécies e entre isolados de uma mesma espécie de Leishmania e até o momento não existem dados disponíveis sobre a suscetibilidade de isolados brasileiros de L. (V.) braziliensis à miltefosina. Assim, esse projeto tem o objetivo de avaliar a suscetibilidade à miltefosina de isolados clínicos obtidos de pacientes de duas diferentes regiões geográficas do Brasil e elucidar as bases moleculares envolvidas nas diferenças de suscetibilidade à miltefosina nestes isolados. Para isso serão determinadas as concentrações inibitórias de miltefosina in vitro utilizando formas amastigotas intracelulares de 9 isolados clínicos. Com base nesses dados, serão selecionados os dois isolados com maior e menor suscetibilidade ao fármaco que serão caracterizados in vivo. Para os dois isolados escolhidos, serão também caracterizados o transporte de fosfolipídios através da membrana plasmática e as sequências de nucleotídeos dos genes que codificam o transportador de miltefosina, com o intuito de verificar se polimorfismos nestes genes podem estar associados à variação de suscetibilidade encontrada nestes isolados. (AU) | |
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