| Processo: | 15/13965-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2017 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Microbiologia - Microbiologia Aplicada |
| Pesquisador responsável: | Katia Sivieri |
| Beneficiário: | Katia Sivieri |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCFAR). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Araraquara |
| Pesquisadores associados: | Maria Bernadete Amâncio Varesche ; Raquel Bedani Salvio ; Susana Marta Isay Saad |
| Assunto(s): | Obesidade Microbioma gastrointestinal Microbiologia de alimentos Diversidade microbiana Resíduos industriais |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | diversidade microbiana | métodos in vitro | microbiota intestinal | obesidade | probiótico | residuos industriais | microbiologia de alimentos |
Resumo
A obesidade tem sido considerada uma das patologias mais recorrentes nos dias atuais, estando sua etiologia e tratamento relacionados ao estilo de vida e hábitos alimentares. Os prebióticos e os compostos bioativos presentes em resíduos de frutas tropicais têm potencial de promover a modulação da microbiota intestinal conferindo diversos benefícios à saúde do hospedeiro, incluindo efeitos de redução do risco de obesidade. Por sua vez, o consumo de probióticos em associações simbióticas têm demonstrado efeitos benéficos em relação à saúde intestinal, auxiliando na homeostase desta microbiota. O objetivo deste trabalho será selecionar a melhor combinação entre resíduos de determinadas frutas tropicais e algumas cepas probióticas, que influencie de forma positiva no metabolismo e na diversidade da microbiota intestinal de indivíduos obesos em relação à de eutróficos, utilizando dois modelos in vitro: sistema em batelada (pré-seleção) e sistema contínuo multiestágio (Simulador do Ecossistema Microbiano Humano (SEMH)). Este projeto será realizado em 3 etapas. Etapa 1: serão realizadas análises da viabilidade de três cepas probióticas (L. paracasei 431, Bifidobacterium longum BB46 e L. acidophilus LA5) em combinação com dois resíduos de frutas (camu-camu e acerola) e pectina comercial utilizando sistema in vitro (em batelada). As combinações com maior viabilidade, terão sua ação, sob a microbiota intestinal de indivíduos eutróficos, testada em SEMH (Etapa 2). Etapa 3: A combinação simbiótica que apresentar o melhor resultado ao final da etapa 2, terá sua ação, sob a microbiota intestinal de indivíduos obesos, testada no SEMH. Nesta etapa, além das mesmas análises realizadas na segunda etapa de estudo no SEMH (amônia, ácidos graxos de cadeia curta e microbiologia dependente de cultivo), serão também realizadas, tanto na microbiota obesa quanto na eutrófica (controle), análises da diversidade microbiana intestinal, utilizando métodos não dependentes de cultivo: PCR e sequenciamento massivo do gene rRNA 16S utilizando a Plataforma Illumina HiSeq® em cada período experimental. (AU)
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