Resumo
O presente projeto trata das variações na composição da atmosfera e das adaptações evolutivas da vida na Terra primitiva. Nosso objetivo é caracterizar a evolução da biosfera ao longo do GOE (2,45-2,32 Ga) e do NOE (0,8-0,54 Ga). Para atingir este objetivo, vamos usar testemunhos de perfuração disponíveis e obter testemunhos novos em sucessões sedimentares principais do Brasil e do Uruguai e desenvolver novos métodos de imageamento e de análises químicas in-situ (elementos maiores e traços), além de obter proxies isotópicos (S, C, N, Fe , Mo, Cr) nas mesmas amostras em múltiplas escalas (da escala do microfossil ao nível da bacia sedimentar), determinar o grau de overprint térmico (das condições de facies xisto-verde ao anfibolito). O foco mais importante será na ligação entre múltiplas escalas de observações, e na história sedimentar e metamórfica usando técnicas. O uso de técnicas avançadas de imageamento e medidas isotópicas in-situ faz deste projeto o primeiro do gênero neste intervalo de idades e garantirá novos insights sobre a história de vida e da oxigenação na Terra primitiva. Esta proposta foi construída sobra a experiência prévia do pesquisador responsável, que vem trabalhando sistematicamente neste assunto na última década. Por isso, esta proposta representa uma oportunidade única para estudar o paleoambiente no final do Arqueano e do Proterozóico e reconstruir os ciclos biogeoquímicos a partir da combinação de dados da América do Sul e da Austrália. O projeto também contribuirá para estabelecer uma liderança científica nas técnicas de imageamento e análises in-situ em diferentes escalas dos proxies biogeoquímicos. (AU)
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