| Processo: | 15/23691-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 14 de junho de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular |
| Pesquisador responsável: | Solange Maria de Toledo Serrano |
| Beneficiário: | Milene Cristina Menezes dos Santos |
| Instituição Sede: | Instituto Butantan. São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 13/07467-1 - CeTICS - Centro de Toxinas, Imuno-Resposta e Sinalização Celular, AP.CEPID |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 17/16643-9 - Produção de proteinases recombinantes do veneno de Bothrops jararaca usando sistemas de expressão livre-de-célula derivados de extratos de células eucarióticas, BE.EP.PD |
| Assunto(s): | Proteômica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Atividade pró-inflamatória de proteinases de venenos de serpentes | Expressão de proteínas recombinantes em sistema livre de células | Metaloproteinases de venenos de serpente | Microvesículas de monócitos | Serinoproteinases de venenos de serpente | Proteômica |
Resumo Células liberam formas múltiplas de vesículas extracelulares, incluindo estruturas conhecidas como microvesículas (MVs), que são capazes de alterar o ambiente extracelular. Apesar do crescente número de estudos sobre MVs, sua biogênese, função e conteúdo, além dos mecanismos que regulam a entrega de seus conteúdos ainda são pouco conhecidos. MVs são geradas por diversos tipos celulares como células endoteliais, plaquetas, monócitos, células tumorais, entre outras, e podem estar envolvidas em eventos fisiológicos e patológicos, participando na comunicação célula-célula, através de interações mediadas por receptores ou por transferir moléculas bioativas, incluindo receptores de membrana, proteínas, lipídios, tRNAs, mRNAs, microRNAs e organelas. Toxinas de venenos de serpentes viperídeas induzem resposta inflamatória aguda, que contribui para a gravidade dos sintomas observados no envenenamento, possivelmente envolvendo a liberação de MVs. No entanto, a participação de MVs no quadro patológico do envenenamento ofídico não é conhecida. Sendo assim, pretendemos neste projeto analisar o efeito de MVs geradas por monócitos ativados por uma metaloproteinase (bothropasina), e uma serinoproteinase (PA-BJ) do veneno Bothrops jararaca, na forma nativa e recombinante, sobre células endoteliais. O conteúdo das diferentes MVs será avaliado utilizando abordagens proteômicas e peptidômicas a fim de compreender como a carga destas MVs pode afetar o endotélio durante o envenenamento. Ainda, o presente projeto visa à implantação da técnica de produção de toxinas recombinantes utilizando um sistema de expressão livre de célula derivado de Escherichia coli, inédito no Brasil. O sucesso no estabelecimento desse projeto no Instituto Butantan permitirá a implantação de uma plataforma para produção de proteínas de interesse acadêmico e biotecnológico. | |
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