| Processo: | 16/25896-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 19 de janeiro de 2022 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Bioquímica de Microorganismos |
| Pesquisador responsável: | Gisele Monteiro |
| Beneficiário: | Iris Munhoz Costa |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 13/08617-7 - Produção de L-asparaginase extracelular: da bioprospecção à engenharia de um biofármaco antileucêmico, AP.TEM |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 19/09953-7 - Uso de tecnologias leading-edge em biologia molecular para caracterização de resistência a asparaginase, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Mutação L-asparaginase Leucemia-linfoma linfoblástico de células precursoras |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Dickeya chrysanthemi | Erwinia chrysanthemi | L-asparaginase | Leucemia linfoblástica aguda | mutação | Biologia Molecular e Engenharia de proteínas |
Resumo A leucemia linfoblástica aguda (LLA) é caracterizada pela produção descontrolada de blastos linfóides e pelo bloqueio da produção da hematopoese normal, sendo a neoplasia mais frequente em crianças e adolescentes. O tratamento da doença é feito com a L-asparaginase (L-ASNase), enzima obtida a partir das bactérias Escherichia coli e Dickeya chrysanthemi (anteriormente denominada Erwinia chrysanthemi). A L-ASNase hidrolisa a L-asparagina (Asn) em ácido aspártico (Asp) e amônia e impede que as células tumorais obtenham Asn da circulação sanguínea para síntese de proteínas e proliferação, levando a morte celular por apoptose. Desde a década de 70 a enzima vem sendo o principal agente para remissão da LLA. No entanto, ambas as formulações estão associadas com um alto índice de efeitos adversos, principalmente resistência ao medicamento causada pela produção de anticorpos anti-asparaginase e hipersensibilidade acentuada, que comprometem a eficácia do tratamento. Além disso, os pacientes sofrem com os vários períodos de escassez do medicamento no mercado mundial; aqui no Brasil a falta de comercialização ocorre desde 2013. Desta forma se faz necessário a busca por novas alternativas para o tratamento de LLA. O desenvolvimento de isoformas mutantes a partir das enzimas bacterianas já comercializadas pode contribuir para diminuição dos efeitos adversos e ser uma alternativa para comercialização nacional. O nosso grupo de pesquisa utilizando a L-ASNase de D. chrysanthemi criou uma biblioteca de mutantes a partir de mutagênese aleatória. A partir dessa biblioteca, foram selecionados dez mutantes que apresentaram em ensaios preliminares uma melhora na atividade específica de até 285% em relação e enzima selvagem. Esse projeto tem o objetivo de caracterizar as dez isoformas de D. chrysanthemi e, selecionar as que apresentarem as melhores características bioquímicas para avaliação do potencial citotóxico. | |
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