| Processo: | 16/15787-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2018 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Bioquímica e Molecular |
| Pesquisador responsável: | Gisele Monteiro |
| Beneficiário: | Guilherme Meira Lima |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 13/08617-7 - Produção de L-asparaginase extracelular: da bioprospecção à engenharia de um biofármaco antileucêmico, AP.TEM |
| Assunto(s): | Leucemia-linfoma linfoblástico de células precursoras Biofármacos Antineoplásicos Asparaginase Pichia pastoris Escherichia coli Glicosilação Imunogenicidade |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | antitumoral | asparaginase | Biofármaco | engenharia de proteína | Expressão heteróloga de proteínas |
Resumo Atualmente, a leucemia linfoide aguda (LLA) é o tipo de câncer mais frequente entre crianças e adolescentes e destaca-se, como uma das principais formas de tratamento existentes para o seu combate, a administração de L-Asparaginase (L-ASNase). Esta enzima apresenta diversas formas no mercado, diferindo-se umas das outras principalmente quanto ao organismo de origem (Escherichia coli ou Erwinia chrysanthemi) e modificação química. No entanto, muitos desses biofármacos possuem certas desvantagens, uma vez que podem ocasionar reações imunogênicas e consequentemente serem rapidamente depuradas do organismo por diferentes mecanismos de eliminação. Com base nisso, propõe-se nesse projeto expressar a enzima L-ASNase com estrutura proteica glicosilada, visando uma menor resposta imunogênica quando administrada no organismo e um aumento do seu efeito terapêutico. Para isso, buscaremos clonar a L-ASNase proveniente de Escherichia coli em organismos eucariontes, mais precisamente leveduras da linhagem de Pichia pastoris geneticamente modificadas. O objetivo do trabalho é avaliar se a linhagem será capaz de realizar glicosilação humanizada além de expressar e secretar a proteína de interesse com alta eficiência. A glicosilação, portanto, favoreceria o mascaramento da enzima, uma estratégia que poderia permitir consequentemente uma ação mais eficaz deste biofármaco no tratamento da LLA. | |
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