| Processo: | 17/07699-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2019 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina |
| Pesquisador responsável: | Carolina Beltrame Del Debbio |
| Beneficiário: | Lorena Teixeira Frasson |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 15/24001-1 - Papel dos microRNAs na regulação das células-tronco retinianas, AP.JP |
| Assunto(s): | Células-tronco MicroRNAs Regeneração (fenômenos biológicos) Oftalmologia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Células-tronco | miRNAs | regeneração | Oftalmologia |
Resumo O aumento da expectativa de vida dos seres humanos favoreceu o aumento da incidência de doenças crônico-degenerativas, entre elas a deficiência visual. Uma vez que as células neuronais da retina não são passíveis de regeneração espontânea, patologias que levam à degeneração tecidual e cegueira não são clinicamente curáveis. Desta forma, a esperança da recuperação da acuidade visual reside na chamada Terapia Regenerativa Celular, área de pesquisa que utiliza células-tronco para a regeneração do tecido. O Epitélio Ciliar, um tecido localizado próximo à retina, é uma promissora fonte de células-tronco retinianas. Apesar dos estudos serem favoráveis à sua utilização clínica, o microambiente não permissivo à regeneração, presença de fatores inibitórios e a baixa eficiência na reprogramação celular impedem o desenvolvimento de uma terapia neste momento. Desse modo, este projeto tem por objetivo avaliar a presença de estruturas microvesiculares nas células do Epitélio Ciliar (estruturas conhecidas por transportarem pequenos RNAs envolvidos na inibição da capacidade regenerativa da retina de mamíferos), assim como sua liberação, análise de conteúdo, incorporação nas células adjacentes e seu efeito na capacidade regenerativa na retina de animais normais e com degeneração retiniana. A compreensão destes mecanismos pode favorecer uma possível terapia regenerativa retiniana ou complemento das terapias disponíveis atualmente. (AU) | |
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa: | |
| Mais itensMenos itens | |
| TITULO | |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): | |
| Mais itensMenos itens | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |