| Processo: | 17/26908-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado Direto |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2024 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Microbiologia - Biologia e Fisiologia dos Microorganismos |
| Pesquisador responsável: | José Luiz Proença Módena |
| Beneficiário: | Pierina Lorencini Parise |
| Instituição Sede: | Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 16/00194-8 - Patogênese e neurovirulência de vírus emergentes no Brasil, AP.JP |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 22/04420-3 - Papel de IRF5 na patogênese e neurovirulência do vírus Oropouche, BE.EP.DD |
| Assunto(s): | Virologia Orthobunyavirus Fatores reguladores de interferon Análise de sequência de RNA Neutrófilos Células endoteliais Tropismo viral Resposta imune Microscopia confocal Modelos animais |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Arbovírus | Bunyavirus | Células polimorfonucleares sanguíneas | endotélio | Neuroinvasão | resposta imune inata | Virologia |
Resumo O vírus Oropouche (OROV) é um arbovírus emergente transmitido em ambiente urbano pela picada de Culicoides paraensis, uma mosca hematófoga que circula no Norte e Nordeste brasileiro. Como outros arbovírus, incluindo Zika e Chikungunya, OROV causa uma doença febril exantemática associada a complicações neurológicas em uma parte dos pacientes infectados. Embora tenha sido demonstrado que OROV pode atravessar a barreira hematoencefálica e causar infecção no Sistema Nervoso Central (SNC) de camundongos neonatos e hamsters, pouco se sabe sobre os mecanismos patogenéticos associados a quebra dessa barreira. Recentemente, nosso grupo demonstrou que IRF-5, um fator de transcrição ativado após reconhecimento de PAMPs (Padrões Moleculares Associados a Patógenos), é essencial no controle da neuroinvasão por OROV. Dessa forma, o objetivo deste projeto é caracterizar como IRF-5 controla a neuroinvasão por OROV. Para tanto, caracterizaremos a infecção por OROV e a expressão de RNAs totais por RNAseq em PBMCs (células polimorfonucleares) e culturas primárias de endotélio cerebral de animais selvagens e nocautes para IRF-5. Além disso examinaremos a integridade da barreira endotelial em experimentos de transwell com linhagens estabelecidas e culturas primárias de células endoteliais, medindo a resistência elétrica transendotelial (TEER), a quantidade de vírus que consegue cruzar a monocamada e a integridade das junções oclusivas por microscopia confocal. Esses experimentos serão conduzidos na presença e ausência de vírus e do sobrenadante de PBMCs infectados artificialmente. Por fim, analisaremos a mortalidade e o tropismo viral em animais que não expressam IRF-5 em macrófagos, células dendríticas e endotélio, utilizando o sistema Cre/LoxP de recombinação. (AU) | |
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