| Processo: | 19/09278-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado Direto |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2023 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Celular |
| Pesquisador responsável: | Flávio Vieira Loures |
| Beneficiário: | Nycolas Willian Preite |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciência e Tecnologia (ICT). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São José dos Campos. São José dos Campos , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 18/14762-3 - Imunossupressão na paracoccidioidomicose: função reguladora das células supressoras derivadas da linhagem mieloide (MDSC) na imunidade do hospedeiro, na patologia tecidual e adaptação genética das células fúngicas, AP.JP2 |
| Assunto(s): | Imunidade Fungos Paracoccidioidomicose Células supressoras mieloides Resposta imune Interações hospedeiro-patógeno Imunossupressão |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | células supressoras mielóides | imunorregulação | Mdsc | micoses | paracoccidioidomicose | Imunidade contra fungos |
Resumo Na Paracoccidioidomicose (PCM), a Micose Sistêmica mais prevalente na América Latina, estudo prévios revelaram que a imunidade dos hospedeiros é fortemente regulada por diversos mecanismos supressores mediados por células dendríticas plasmocitoides, pela enzima 2,3 indoleamina dioxigenase (IDO1) e células T reguladoras (Treg). A atividade da IDO1 também foi demonstrada ao orquestrar efeitos imunossupressores locais e sistêmicos através do recrutamento e ativação de células supressoras derivadas da linhagem mieloide (MDSCs), uma população heterogênea de células mieloides com uma forte capacidade de suprimir respostas de células T. Essas células regulam as respostas imunes e o reparo tecidual em indivíduos saudáveis e se expandem rapidamente durante uma infecção microbiana. O envolvimento das MDSC na PCM nunca foi investigado, o que nos levou a propor este estudo que visa caracterizar a participação das MDSCs na imunidade contra o fungo Paracoccidiodies brasileinsis. A presença, o fenótipo e a atividade das MDSCs serão avaliadas em vários períodos pós-infecção. Além disso, a gravidade da doença e diversas características da resposta imune serão avaliadas em camundongos C57BL/6 depletados ou não das MDSCs usando um anticorpo monoclonal específico. Uma melhor compreensão da imunorregulação na PCM pulmonar mediada pelas MDSCs possivelmente avançará o conhecimento atual das interações patógeno-hospedeiro que controlam a gravidade da doença e poderão abir novas perspectivas para terapias mais eficazes. (AU) | |
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa: | |
| Mais itensMenos itens | |
| TITULO | |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): | |
| Mais itensMenos itens | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |