| Processo: | 19/24440-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2020 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2023 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Aplicada |
| Pesquisador responsável: | Flávio Vieira Loures |
| Beneficiário: | Valéria de Lima Kaminski |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciência e Tecnologia (ICT). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São José dos Campos. São José dos Campos , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 18/14762-3 - Imunossupressão na paracoccidioidomicose: função reguladora das células supressoras derivadas da linhagem mieloide (MDSC) na imunidade do hospedeiro, na patologia tecidual e adaptação genética das células fúngicas, AP.JP2 |
| Assunto(s): | Imunorregulação Micoses Paracoccidioidomicose Paracoccidioides brasiliensis Células supressoras mieloides Indolamina-pirrol 2,3,-dioxigenase |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | imunorregulação | Indolamina 2 | micoses | Myeloid-derived suppressor cells (MDSC) | Paracoccidioides brasiliensis | paracoccidioidomicose | 3-dioxigenase 1(IDO-1) | Imunologia das micoses |
Resumo Estudos prévios em Paracoccidioidomicose (PCM), a micose sistêmica mais prevalente na América Latina, revelaram que a imunidade dos hospedeiros é fortemente regulada por vários mecanismos supressores mediados por células dendríticas plasmocitóides tolerogênicas, pela enzima 2,3 indoleamina dioxigenase (IDO1) e por células T reguladoras (Treg). IDO1 também foi vista como orquestrando efeitos imunossupressores locais e sistêmicos através do recrutamento e ativação de células supressoras mielóides (MDSCs), uma população heterogênea de células mielóides com capacidade potente de suprimir as respostas das células T. Essas células regulam as respostas imunes e o reparo tecidual em indivíduos saudáveis e se expandem rapidamente durante a infecção. O envolvimento de MDSCs durante a PCM nunca foi investigado, levando-nos a propor este estudo que visa caracterizar a participação de MDSCs na imunidade contra a infecção por P. brasileinsis. A presença, o fenótipo e a atividade das MDSCs serão avaliados em vários períodos pós-infecção. Com base em estudos anteriores que estabeleceram uma correlação positiva entre a atividade de IDO e a infiltração de MDSCs, também pretendemos fazer um estudo comparativo da função de MDSCs na PCM pulmonar usando camundongos deficientes e suficientes em IDO. Uma melhor compreensão da imunorregulação na PCM pulmonar mediada por MDSCs possivelmente promoverá o avanço do conhecimento atual acerca das respostas patógeno-hospedeiro que controlam a gravidade da PCM, bem como abrirá novas perspectivas para terapias mais eficazes. (AU) | |
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