| Processo: | 19/25421-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2020 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2021 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Bioquímica e Molecular |
| Pesquisador responsável: | João Agostinho Machado Neto |
| Beneficiário: | Bruna Oliveira de Almeida |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Biologia celular Neoplasias mamárias Transdução de sinais Expressão gênica Marcador molecular Proliferação Western blotting |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Ankhd1 | Câncer de mama | sinalização celular | Biologia da câncer |
Resumo Apesar de amplamente estudado, as bases moleculares do câncer de mama ainda são pouco compreendidas, tornando-se evidente a relevância da identificação de novos marcadores moleculares e vias de sinalização que possam ser úteis na estratificação prognóstica, predição de resposta à terapia e no desenvolvimento de novas opções terapêuticas. Nesse sentido, a proteína Ankyrin Repeat and KH Domain Containing 1, ANKHD1, tem sido identificada como importante para a proliferação, migração e invasão de células neoplásicas. A ANKHD1 é uma proteína com 20 repetições de anquirina e um domínio homólogo à K (KH), o que sugere sua atuação como proteína andaime em importantes vias de sinalização e interação celular. De fato, sua interação com outras proteínas, como a YAP1, SIVA1, SHP2, p21 e SMYD3, tem sido descrita em diversos tipos de câncer. Ademais, recentemente, a ANKHD1 foi relacionada com a regulação da ativação da via JAK2/STAT. Em câncer de mama, foi inicialmente descrito seu impacto prognóstico em pacientes, sendo que a elevada expressão de ANKHD1 está associada a piores prognósticos. O objetivo do presente projeto de pesquisa é investigar e caracterizar o efeito da inibição de ANKHD1 em células de câncer de mama com relação à expressão gênica e proteica de proteínas relacionadas, proliferação, migração e apoptose. Para tanto, utilizaremos modelos bem estabelecidos de linhagens celulares neoplásicas de mama, bem como técnicas de biologia celular e molecular, incluindo inibição por transfecção com siRNA, PCR quantitativo, Western Blotting e ensaios de proliferação, migração e apoptose. Esperamos que esses achados pavimentem novas investigações sobre as funções celulares de ANKHD1 no câncer de mama. (AU) | |
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