| Processo: | 22/12027-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2023 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2026 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Morfologia - Histologia |
| Pesquisador responsável: | Cristiane Damas Gil |
| Beneficiário: | Rafael André da Silva |
| Instituição Sede: | Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 24/04275-9 - Proteína Anexina A1 na retinogênese e estresse oxidativo: Estudo em organoides retinianos derivados de iPSCs humanas, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Gliose Inflamação Retina |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Ac2-26 | celulas de Muller | gliose | Inflamação | retina | Inflamação e biologia celular |
Resumo A retinopatia diabética (RD) é uma das complicações mais graves e comum do diabetes e considerada a principal causa de cegueira adquirida. Durante o desenvolvimento da RD ocorre a mudança morfológica da retina e ativação de células gliais de Müller que contribui para o processo inflamatório, podendo levar a degeneração da retina. Para relevância deste projeto e à falta de tratamento seguros a longo prazo, destacamos a Anexina A1 (AnxA1), uma proteína anti-inflamatória capaz de regular a neuroinflamação e neurodegeneração. Neste cenário é imprescindível estudarmos a ação da AnxA1 no modelo de RD induzida por estreptozotocina (STZ) em camundongos selvagens (WT) e nocautes para esta proteína (AnxA1-/-). Avaliaremos as consequências da ausência da AnxA1 e do tratamento farmacológico com o peptídeo mimético da proteína a AnxA1, Ac2-26, na morfologia da retina, ativação das células de Müller e inflamação da RD. Utilizaremos o modelo de hiperglicemia em células humanas gliais de Müller (MIO-M1) tratadas com Ac2-26 ou Boc2 para avaliação da gliose e liberação de mediadores pró-inflamatório. Aproximando a AnxA1 a clínica oftalmologia, investigaremos está proteína e citocinas inflamatórias no vítreo e plasma sanguíneo de pacientes com RD proliferativa, com o objetivo de propor a AnxA1 como biomarcador e correlacionar com a inflamação, fase e tempo de desenvolvimento da doença. Os resultados obtidos nesse projeto possibilitarão ampliar o entendimento do papel da proteína AnxA1 na progressão dessa doença oftalmológica, a fim de, extrapolar esses conhecimentos para estudos translacionais e beneficiar indivíduos acometidos pela RD. (AU) | |
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