| Processo: | 14/11524-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2015 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Celular |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Bryan Eric Strauss |
| Beneficiário: | João Paulo Portela Catani |
| Instituição Sede: | Instituto do Câncer do Estado de São Paulo Octavio Frias de Oliveira (ICESP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Interferon beta Neoplasias pulmonares |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Arf | gene therapy | interferon beta | Tumor Immunology | Imunologia de Tumores |
Resumo Entre 1979-1980 vários laboratórios identificaram e caracterizaram genes virais cujo produto seria suficiente para imortalizar e transformar células de mamíferos, o que levou à construção de uma visão simplista na qual o câncer seria uma doença genética, conferindo autonomia celular. No início do século XXI a ideia de que o câncer é uma patologia ainda mais complexa se tornou amplamente aceita. Apesar do atual conhecimento científico sobre os diversos processos que permitem a gênese e progressão tumoral, os métodos clínicos atuais ainda derivam da ideia inicial do câncer como uma simples doença proliferativa. A partir deste contexto, surge a necessidade do desenvolvimento de novas terapias que sinergizem com as atuais e que visem desestabilizar outros mecanismos nos quais o câncer se estrutura, além daqueles essencialmente proliferativos. Entre os possíveis alvos de novas terapias, destaca-se a habilidade tumoral de se evadir do sistema imune. Nosso grupo tem desenvolvido com sucesso vetores adenovirais que visam a restauração da via de p53, assim como a imunoestimulação anti-tumoral com o interferon beta (IFN²). Em um modelo murino de carcinoma pulmonar (lewis lung carcinoma - LLC1) temos observado que a transferência gênica de p19Arf é suficiente para indução de morte celular in vitro. Porém, a aplicação intratumoral dos vetores adenovirais carreadores dos genes p19Arf e IFN² ou ambos, mostrou que o IFN² tem papel preponderante na redução do crescimento tumoral. A transferência gênica mútua de ambos p19Arf e IFN² não mostrou vantagens na inibição do crescimento do tumor primário. Todavia, quando os animais tratados são submetidos a um desafio secundário, a transferência gênica de ambos p19Arf e IFN² mostra um efeito significativo na imunoproteção. Este efeito é igualmente observado em um segundo protocolo onde os animais são vacinados com células LLC1 transduzidas ex vivo. Tais resultados sugerem que a combinação de p19Arf e IFN² induz uma vantagem na formação da resposta imune. Esperamos, através de análises de micro arranjo e do infiltrado de células imunes do tumor, identificar tal vantagem. (AU) | |
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