| Processo: | 13/04741-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 14 de março de 2017 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Neuropsicofarmacologia |
| Pesquisador responsável: | Marcus Lira Brandão |
| Beneficiário: | Adriano Edgar Reimer |
| Instituição Sede: | Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 11/21357-9 - Investigação de circuitos neuronais e marcadores biológicos envolvidos no transtorno obsessivo-compulsivo por meio de paradigmas comportamentais de medo e ansiedade, AP.TEM |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 15/20487-7 - Extinção do medo em um modelo animal de transtorno obsessivo-compulsivo: influência de diferenças de sexo e ciclo estral, BE.EP.PD |
| Assunto(s): | Transtorno obsessivo-compulsivo Dopamina Serotonina Comportamento defensivo animal Labirinto em cruz elevado |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | dopamina | inibição pré-pulso | medo condicionado | serotonina | Transtorno Obsessivo-Compulsivo | Neurobiologia dos transtornos de ansiedade |
Resumo Processos de aprendizado associativo foram sendo selecionados na escala evolutiva, visto que permitiram que as presas antecipassem a presença do predador ou outros estímulos aversivos. Por outro lado, através de mecanismos mal-adaptativos o animal pode antecipar comportamentos de medo através de comportamento de autolimpeza ou outras formas de respostas estereotipadas, que têm sido consideradas reações de defesa mal-adaptativas e que podem estar subjacentes à neurobiologia dos vários transtornos de ansiedade, incluindo o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC). Alguns modelos de TOC têm sido propostos na literatura e o comportamento de autolimpeza mostra-se como um componente importante em vários deles. Neste contexto, sabe-se que a amígdala atua como um filtro sensorial no processamento de informações aversivas que chegam do meio. A amígdala e outras estruturas límbicas junto a outras áreas do neocórtex constituem o chamado sistema encefálico da aversão e alimentam os núcleos da base que constituem o sistema de seleção da resposta motora adequada para cada situação. Porém, pouco se conhece sobre a interação funcional entre este sistema encefálico de aversão com a chamada interface límbico-motora, em especial os núcleos da base. É possível que prejuízos no funcionamento do sistema encefálico de aversão, particularmente da amígdala, determinem uma desregulação temporária dos efetores motores do comportamento. Em razão disso, a ênfase da pesquisa nessa área tem se deslocado da análise isolada da expressão do comportamento defensivo para abordagens integradas que consideram os mecanismos envolvidos na análise da informação, em termos sensoriais e perceptuais. No presente projeto vamos examinar o funcionamento do "sensorimotor gating" (inibição pré-pulso) e a reatividade a estímulos condicionados de medo (sobressalto potencializado pelo medo) em ratos previamente selecionados no teste do labirinto em cruz elevado quanto à frequência na emissão de comportamentos de auto-limpeza. Para avaliar a interface límbico-motora, animais receberão microinjeção de ocitocina no núcleo central da amígdala (CeA) para a indução do comportamento de auto-limpeza e serão submetidos aos testes da inibição pré-pulso (IPP) e do sobressalto potencializado pelo medo (SPM). (AU) | |
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