| Processo: | 15/26937-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado Direto |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2021 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Educação Física |
| Pesquisador responsável: | Bruno Gualano |
| Beneficiário: | Ana Jéssica Pinto |
| Instituição Sede: | Escola de Educação Física e Esporte (EEFE). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 18/19418-9 - Efeitos agudos e crônicos da redução do tempo sedentário em pacientes com artrite reumatoide: o estudo Take a stand for health, BE.EP.DD |
| Assunto(s): | Atividade física Sedentarismo Artrite reumatoide |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Acelerômetro | Atividade Física | Reumatologia | Sedentarismo | Atividade física e comportamento sedentário |
Resumo A Artrite Reumatoide (AR) é uma doença autoimune inflamatória sistêmica e crônica de etiologia desconhecida, caracterizada pelo acometimento das articulações sinoviais, causando dor e edema. Onde as manifestações clínicas apresentadas pelos pacientes com AR podem contribuir com a piora das capacidades físicas, da qualidade de vida, maior risco de morbimortalidade cardiovascular e para o desenvolvimento de um estilo de vida sedentário nestes pacientes. Contudo, sabe-se que programas de exercício aeróbio e de força, realizados em intensidade moderada a alta podem melhorar a capacidade aeróbia, força muscular, capacidade funcional, fatores de risco cardiovascular e composição corporal em pacientes com AR. Os benefícios que a prática de exercício físico promove na população saudável e em pacientes com AR é incontestável. Entretanto, um número crescente de evidências sugere que, em adição ao cumprimento das recomendações de atividade física, os indivíduos deveriam objetivar a redução do tempo gasto em comportamento sedentário para promover melhoras na saúde. Alguns estudos têm demonstrado que a simples interrupção de longos períodos gastos em comportamento sedentário está associada com melhora de fatores de risco cardiovascular e redução do risco de mortalidade por todas as causas. Diante do exposto, é plausível assumir que intervenções que promovam a redução do tempo sedentário e a interrupção do comportamento sedentário com atividades leves podem ter um efeito positivo nas comorbidades e nos fatores de risco cardiovascular em pacientes com AR. Ademais, ao nosso conhecimento, nenhum estudo na literatura teve como objetivo verificar se uma intervenção para promover a redução do tempo sedentário e aumento de interrupções no comportamento sedentário é eficaz em pacientes com AR. Tendo em vista o exposto, este trabalho terá como objetivos (1) avaliar o tempo sedentário, número de interrupções do tempo sedentário e o nível de atividade física em pacientes diagnosticadas com AR; (2) investigar os efeitos de uma intervenção que promove a interrupção do tempo sedentário em parâmetros relacionados à atividade da doença, composição corporal, parâmetros sanguíneos, fatores de risco para doenças cardiovasculares, capacidade física e qualidade de vida em pacientes com AR. Além disso, expandir o conhecimento sobre os mecanismos acerca da influência da interrupção do tempo sedentário no músculo esquelético desses pacientes. Dois estudos serão conduzidos como parte do presente projeto. O primeiro será um estudo transversal descritivo e de associação (estudo 1), enquanto que o segundo será um estudo longitudinal, randomizado, de grupos paralelos e controlado (estudo 2). As pacientes serão recrutadas no Ambulatório de Reumatologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC-FMUSP). E este estudo será desenvolvido no Laboratório de Avaliação e Condicionamento em Reumatologia (LACRE). As voluntárias serão analisadas quanto aos seguintes parâmetros: (1) nível de (in)atividade física (acelerômetro e ActivPAL®); (2) avaliação clínica global (questionários específicos); (3) antropometria e composição corporal (DXA); (4) parâmetros sanguíneos hematológicos e inflamatórios (coletas de sangue e quantificação de citocinas); (5) fatores de risco cardiovascular (questionário de estratificação de risco cardiovascular de Framingham); (6) capacidade aeróbia (teste ergoespirométrico); (7) capacidade funcional e fadiga (testes funcionais e questionários específicos); (8) qualidade de vida (SF-36); (9) biópsia muscular (apenas estudo 2). (AU) | |
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