| Processo: | 10/52669-3 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2013 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular |
| Pesquisador responsável: | Ana Marisa Chudzinski-Tavassi |
| Beneficiário: | Ana Marisa Chudzinski-Tavassi |
| Instituição Sede: | Instituto Butantan. São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 11/21912-2 - Avaliação do mecanismo de ação pró-apoptótica do Amblyomin-X,
BP.TT 11/09693-3 - Obtenção de Amblyomin - X recombinante para avaliação de sua ação citotóxica em culturas celulares tumorais e normais, BP.TT |
| Assunto(s): | Células tumorais Complexo de endopeptidases do proteassoma Ciclo celular Apoptose |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Amblyomin X | Apoptose | Ciclo Celular | Internalizacao | Proteassoma |
Resumo
O Amblyomin-X é um inibidor do tipo Kunitz que foi identificado no transcriptoma de Amblyomma cajennense através da análise de sequências ESTs de uma biblioteca de cDNA, expresso em fusão com uma cauda de histidina em E. coli, representando uma proteína com 13,4 KDa, com uma única cadeia que contem sete resíduos de cisteínas. Essa proteína é capaz de inibir o fator FXa na presença de fosfolipídios e de prolongar os tempos globais de coagulação como o tempo de tromboplastina parcial ativado (TTPA), o tempo de protrombina (1P), bem como o teste PCA - análise de atividade pró-coagulante. Recentemente, foi demonstrado que o Amblyomin-X possui atividade pró-apoptótica em células tumorais e, em experimentos in vivo, promove regressão da massa tumoral e redução de metástases de alguns tumores testados. Experimentos in vitro demonstraram que o Amblyomin-X é capaz de inibir o proteassoma de células tumorais, aumentando o "pool" de proteínas poli-ubiquitinadas, sugerindo uma possível perturbação da homeostasia do retículo endoplasmático (RE), o que poderia ser correlacionado com seu efeito pró-apoptótico. Além disso, também foi observado que o tratamento com o Amblyomin-X ocasiona alterações no ciclo celular, com acúmulo nas fases G0/G1 e diminuição da expressão de ciclina D, o que indica uma possível modulação negativa de vias de sobrevivência, que é um efeito já conhecido na administração de outras drogas, tais como, a rapamicina. Dessa forma, a proposta desse trabalho é investigar a internalização do Amblyomin-X por células normais e tumorais, bem como o seu estado estrutural após esse evento e correlacionar esses resultados com a inibição do proteassoma ocasionada por essa proteína, além de avaliar se esse efeito inibitório promove estresse do RE, avaliando vias e proteínas marcadoras desse tipo de mecanismo e a sua possível ação sobre vias sobrevivência e de modulação do ciclo celular. (AU)
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