| Processo: | 12/20988-8 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2015 |
| Área do conhecimento: | Ciências Agrárias - Ciência e Tecnologia de Alimentos - Ciência de Alimentos |
| Pesquisador responsável: | Adriana Zerlotti Mercadante |
| Beneficiário: | Adriana Zerlotti Mercadante |
| Instituição Sede: | Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Campinas |
| Auxílio(s) vinculado(s): | 13/50789-0 - Bioacessibilidade de beta-criptoxantina e beta-caroteno nos principais alimentos que contribuem para a ingestão de provitamina A no Brasil, Panamá e Espanha, AP.R |
| Assunto(s): | Química de alimentos Compostos fenólicos Carotenoides Antioxidantes Frutas |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | bioacessibilidade in vitro | capacidade antioxidante | Carotenóides | Compostos fenólicos | Frutas | Hplc-Ms | Ms | química de alimentos |
Resumo
Os carotenoides e os compostos fenólicos apresentam propriedades físico-químicas que são importantes para a diminuição do risco de desenvolvimento de diversas doenças crônico-degenerativas. Esta ação está parcialmente relacionada com a redução ou inibição de reações deletérias de oxidação, através da desativação de espécies reativas de oxigênio (ROS) e de nitrogênio (RNS) produzidas em excesso pelo organismo durante o estresse oxidativo e/ou nitrosativo. A identificação dos compostos formados após a digestão e as alterações que ocorrem na capacidade antioxidante frente a espécies reativas de relevância biológica foram investigadas apenas em poucos dos estudos sobre a bioacessibilidade de carotenoides e de compostos fenólicos em alimentos. Porém, este tipo de informação é essencial uma vez que provavelmente os teores de compostos bioativos presentes no alimento, bem como sua capacidade antioxidante, devem estar superestimados quando comparados à fração bioacessível. Desta forma, o projeto tem como objetivo responder as seguintes perguntas: (i) A digestão in vitro tem impacto negativo ou positivo na capacidade de carotenoides e de compostos fenólicos desativarem ROS e RNS?; (ii) Quais são os compostos que estarão bioacessíveis e que atuarão potencialmente como antioxidantes após a digestão in vitro?; (iii) Qual é o efeito da presença concomitante de carotenoides e compostos fenólicos na bioacessibilidade in vitro e na capacidade antioxidante? Para responder estas questões, serão elaboradas emulsões contendo extratos lipofílicos e hidrofílicos de frutas ou de padrões de carotenoides e de compostos fenólicos, a digestão in vitro será avaliada por um método estático, a capacidade de desativar algumas ROS e RNS será avaliada utilizando métodos específicos para cada espécie reativa e os compostos formados em decorrência da digestão serão caracterizados por cromatografia líquida de alta eficiência conectada aos detectores de arranjo de diodos e de massas (HPLC-DAD-MSn). (AU)
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