| Processo: | 16/23405-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado Direto |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Parasitologia - Protozoologia de Parasitos |
| Pesquisador responsável: | Silvia Reni Bortolin Uliana |
| Beneficiário: | Caroline Ricce Espada |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 18/25299-2 - Investigação do papel da proteína Ros3 na suscetibilidade diferencial de Leishmania à miltefosina utilizando uma abordagem de CRISPR/Cas9, BE.EP.DD |
| Assunto(s): | Leishmania braziliensis Leishmaniose cutânea Leishmaniose visceral Quimioterapia Fármacos Miltefosina |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Isolados | leishmania braziliensis | Miltefosina | Resistência | Suscetibilidade | Tratamento | Quimioterapia de leishmanioses |
Resumo Leishmania (Viannia) braziliensis é a principal espécie causadora da Leishmaniose Cutânea no Brasil, doença reportada em 21 mil pacientes no ano de 2014. O arsenal terapêutico disponível para o tratamento de Leishmaniose é limitado devido à administração parenteral, toxicidade, alto custo e o surgimento de parasitas resistentes. A miltefosina é o único fármaco oral em uso para o tratamento da Leishmaniose Cutânea e Visceral, sendo atualmente empregado em alguns países como Colômbia e Índia. Apenas dois ensaios clínicos para avaliar a eficácia de miltefosina em pacientes com Leishmaniose Cutânea foram realizados no Brasil e em ambos a miltefosina mostrou-se mais eficaz que os antimoniais pentavalentes. Apesar disso, o fármaco ainda não é aprovado para uso no país e não existem estudos avaliando a suscetibilidade de isolados clínicos brasileiros a esse fármaco. Assim, esse projeto tem o objetivo de avaliar a suscetibilidade à miltefosina de isolados clínicos obtidos de pacientes de duas diferentes regiões geográficas do Brasil e elucidar as bases moleculares envolvidas nas diferenças de suscetibilidade ao fármaco nestes isolados. A suscetibilidade à miltefosina foi caracterizada em 17 isolados clínicos brasileiros de L. (V.) braziliensis nunca expostos à miltefosina e observamos diferenças significativas nas concentrações efetivas do fármaco entre os diferentes isolados. Para entender as bases moleculares responsáveis pelas diferenças de suscetibilidade observadas, serão estudados o influxo, acúmulo, distribuição e efluxo de miltefosina nos isolados e serão caracterizados a sequência de nucleotídeos e o padrão de expressão gênica dos genes que codificam o transportador de miltefosina (MT) e sua subunidade Ros3. (AU) | |
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