| Processo: | 17/25679-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 29 de fevereiro de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia Geral |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Marco Aurélio Ramirez Vinolo |
| Beneficiário: | Bruna Karadi da Silva |
| Instituição Sede: | Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Reabsorção óssea Periodontite Inflamação Neutrófilos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | AGCCs | Inflamação | Neutrófilos | Periodontite | Reabsorção ossea | Inflamação |
Resumo A periodontite é uma patologia inflamatória crônica que atinge milhões de pessoas em todo o mundo. Essa doença é caracterizada por disbiose da microbiota oral, aumento de recrutamento e ativação de células inflamatórias nos tecidos periodontais, o que pode levar a sua destruição e consequente perda dos tecidos de suporte dos dentes. Estudos recentes têm evidenciado que a microbiota intestinal pode regular a inflamação em diferentes tecidos e o remodelamento ósseo. Contudo, ainda se sabe pouco a respeito da sua influência sobre o desenvolvimento da periodontite e, principalmente, não se conhece os mecanismos moleculares envolvidos nessa interação. Nesse contexto, o presente projeto de pesquisa tem como objetivo avaliar a ação de produtos do metabolismo da microbiota, os ácidos graxos de cadeia curta (AGCCs), e seu receptor (FFAR2) sobre o desenvolvimento da periodontite experimental em camundongos. Para tanto, utilizaremos modelo experimental de periodontite por ligadura (colocação de uma linha de sutura em torno do primeiro molar do camundongo) e estratégias que aumentam ou reduzem a concentração intestinal e sistêmica de AGCCs incluindo a administração desses compostos na água de beber, uso de dietas com e sem fibras solúveis (fonte para geração intestinal de AGCCs) e depleção de microbiota intestinal com antibióticos. Além disso, faremos experimentos com camundongos que expressam (FFAR2+/+) ou não o receptor (FFAR2-/-) de AGCCs em todas as células ou apenas nas células hematopoéticas (experimentos com quimeras de medula óssea). Nesses modelos avaliaremos a reabsorção do tecido ósseo alveolar, a expressão de marcadores inflamatórios na gengiva e nos linfonodos submandibulares, além das populações leucocitárias presentes nesses tecidos. As concentrações de AGCCs presentes na corrente sanguínea e no conteúdo luminal dos animais também serão mensuradas e relacionadas com a intensidade da doença. A compreensão dos fatores ambientais que contribuem para doenças inflamatórias como a periodontite, neste caso a relação com os produtos da microbiota intestinal, é essencial para o desenvolvimento de estratégias de prevenção e tratamento dessas doenças. (AU) | |
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