| Processo: | 19/17426-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Pesquisa |
| Data de Início da vigência: | 10 de janeiro de 2020 |
| Data de Término da vigência: | 09 de janeiro de 2021 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Ciência e Tecnologia de Alimentos - Ciência de Alimentos |
| Pesquisador responsável: | Severino Matias de Alencar |
| Beneficiário: | Severino Matias de Alencar |
| Pesquisador Anfitrião: | Fanbin Kong |
| Instituição Sede: | Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | University of Georgia, Athens (UGA), Estados Unidos |
| Assunto(s): | Própolis Própolis vermelha Alimentos funcionais Transporte epitelial Compostos fenólicos Bioacessibilidade |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | bioacessibilidade | Compostos fenólicos | propolis | Transporte Epitelial | Quimica e bioquimica de alimentos |
Resumo O Brasil é um grande produtor e exportador de própolis de Apis mellifera L. Um novo tipo de própolis brasileira, chamada de própolis vermelha, foi caracterizado química e biologicamente por nosso grupo de pesquisa. Uma composição fenólica peculiar foi encontrada neste tipo de própolis, principalmente pela presença de isoflavonoides, além de atividades antioxidante, antimicrobiana e anti-inflamatória. Com base na evidência de que o consumo desses fitoestrogênios apresentam efeitos benéficos, como o impacto positivo no desconforto da menopausa, alimentos contendo isoflavonoides da própolis vermelha representam um mercado potencial e promissor. Além disso, a bioacessibilidade e transporte epitelial por células humanas nunca receberam atenção para esclarecer se os isoflavonoides presentes nesse tipo de própolis são modificados durante essas etapas e se as propriedades antioxidantes observadas nos extratos etanólicos da própolis são conservadas. Assim, o estudo da bioacessibilidade dos isoflavonoides da própolis vermelha brasileira após a digestão gastrintestinal dinâmica e seu transporte pelas células Caco-2 epiteliais humanas, abre novos caminhos para agregar valor e desenvolver novos ingredientes e produtos funcionais, uma vez que o Brasil atualmente exporta esse tipo de própolis exclusivamente como matéria-prima. (AU) | |
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