| Processo: | 19/11248-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2022 |
| Área do conhecimento: | Ciências Agrárias - Ciência e Tecnologia de Alimentos - Ciência de Alimentos |
| Pesquisador responsável: | Severino Matias de Alencar |
| Beneficiário: | Severino Matias de Alencar |
| Instituição Sede: | Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Piracicaba |
| Pesquisadores associados: | Adna Prado Massarioli ; Carmen Sílvia Fávaro Trindade ; Pedro Luiz Rosalen |
| Assunto(s): | Própolis Antioxidantes Compostos fenólicos Bioacessibilidade |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | atividade antioxidante | bioacessibilidade | Compostos fenólicos | propolis | Atividade biológica de produtos naturais |
Resumo
O Brasil é um grande produtor e exportador mundial de própolis de Apis mellifera. Entretanto, a aceitabilidade dos consumidores é baixa para alimentos onde a própolis é um ingrediente, devido principalmente ao seu amargor e adstringência, o que gera sabores fortes e desagradáveis que alteram as características sensoriais dos alimentos. Um novo tipo de própolis brasileira, denominada de própolis vermelha, foi caracterizada quimicamente e biologicamente por nosso grupo de pesquisa. Nela, foi encontrada uma composição fenólica peculiar, composta principalmente isoflavonoides, além de atividades antioxidante, antimicrobiana e anti-inflamatória. De acordo com as evidências de que o consumo desses fitoestrogênios produzem efeitos benéficos, como os efeitos positivos nos desconfortos da menopausa, por exemplo, cápsulas contendo microcápsulas de isoflavonoides de própolis vermelha se torna um mercado potencial e promissor. Além disso, nunca foi dada atenção a questão da bioacessibilidade e transporte epitelial por meio de células humanas, no sentido de se esclarecer se os isoflavonoides presentes nesta própolis são modificados durante estas etapas, bem como se as propriedades biológicas verificadas nos extratos etanólicos são conservadas. Assim, a microencapsulação da própolis vermelha, contendo isoflavonoides bioacessíveis e transportados através do sistema epitelial, se torna uma forma de agregar valor e desenvolver de novos ingredientes e produtos funcionais, haja vista que atualmente o Brasil exporta este tipo de própolis exclusivamente como matéria-prima. (AU)
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