| Processo: | 14/25494-9 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2017 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Bioquímica de Microorganismos |
| Pesquisador responsável: | Maria Julia Manso Alves |
| Beneficiário: | Maria Julia Manso Alves |
| Instituição Sede: | Instituto de Química (IQ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Óxido nítrico Transdução de sinais Proteínas de matriz extracelulares Fosforilação |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Flagelo | fosforilação de proteínas | Modificações pós-traducionais | Oxido Nitrico | S-nitrosilação de proteínas | Interação patógeno- hospedeiro vertebrado |
Resumo
Modificações pós-traducionais de proteínas são mecanismos comuns utilizados na transmissão de sinais extracelulares capazes de induzir diferentes ações celulares. Já há alguns trabalhos na literatura sobre as modificações de proteínas nas formas infectantes de T. cruzi (tripomastigotas) em resposta a meios fisiologicamente relevantes: na etapa de adesão à matriz extracelular (importante na invasão de células do hospedeiro) e durante a acidificação do meio, condição encontrada no vacúolo parasitóforo e fundamental para a diferenciação para o estágio de amastigota intracelular (amastigogênese). De maneira geral, serão analisadas nesses dois casos as modificações nos níveis de fosforilação e S-nitrosilação de proteínas (adição covalente de NO ao grupo tiol da cisteína). Como as modificações por nitração e S-nitrosilação relacionam-se com a presença direta ou indireta de óxido nítrico, serão estudadas as atividades de síntese de NO, os níveis de cAMP e cGMP e identificadas as vias de sinalização envolvidas nas etapas precoces da amastigogênese. O flagelo de tripanosomatídeos tem sido apontado como um captador de sinais externos e as proteínas flagelares e as associadas à estrutura do paraflagellar rod de T.cruzi incubados com ECM ou em meio de pH acidificado serão um dos focos de estudo. Uma vez que o flagelo é eliminado durante a amastigogênese, essa primeira análise poderá indicar proteínas envolvidas na exflagelação. Este trabalho deverá contribuir para o entendimento dos eventos moleculares desencadeados durante a interação T. cruzi com a matriz extracelular e durante a amastigogênese in vitro, ambos essenciais para o estabelecimento da infecção invasão da célula hospedeira. (AU)
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