| Processo: | 17/23920-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2022 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas |
| Pesquisador responsável: | Marcelo Alves da Silva Mori |
| Beneficiário: | Raissa Guimarães Ludwig |
| Instituição Sede: | Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 17/01184-9 - CAMeLEOm: análise entre espécies dos efeitos metabólicos, na expectativa de vida e ômicas de miméticos de restrição dietética, AP.TEM |
| Assunto(s): | Tecido adiposo Hormônios Obesidade |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | hormônios | obesidade | Tecido adiposo | Ucp1 | Físiologia |
Resumo A quantidade de pessoas obesas no mundo vem crescendo, juntamente às morbidades associadas a esta doença. As terapias anti-obesidade atuais mostram-se pouco eficientes, principalmente a longo prazo, e estão associadas a efeitos colaterais significativos. Há duas formas para se perder peso: pela diminuição da oferta energética ou pelo aumento do gasto calórico. Uma das formas de aumentar o gasto energético em mamíferos é pela estimulação dos adipócitos marrons/beges e aumento de sua função, fenômenos que se correlacionam principalmente com níveis elevados de expressão e atividade da proteína UCP1. Já são conhecidas algumas condições capazes de regular a expressão e atividade de UCP1, dentre elas a exposição crônica ao frio, o exercício físico, um meio social rico e a caquexia devida ao câncer. Essas condições atuam por meio de mecanismos celulares autônomos, como por exemplo a regulação de fatores de transcrição em pré-adipócitos ou adipócitos, e não autônomos, como por meio de sinalização via hormônios e outras moléculas circulantes. O conhecimento e o estudo dessas moléculas circulantes que atuam no tecido adiposo aumentando sua característica marrom/bege é essencial para o desenvolvimento de estratégias farmacológicas mais eficientes e seguras que possam ajudar a combater o quadro mundial de obesidade. Nós observamos, nos nossos dados preliminares, que soro de camundongos submetidos à restrição dietética (RD) é capaz de modular a expressão de Ucp1 in vitro em adipócitos murinos derivados do tecido adiposo marrom. Isto parece ser devido a uma ou mais moléculas circulantes presentes no soro dos animais alimentados ad libitum capazes de induzir UCP1 de maneira dose-dependente. Esta(s) molécula(s) está(ão) muito reduzida(s) ou ausente(s) no soro de animais submetido a DR. Além disso, este efeito é reproduzido quando utilizado soro de ratos submetidos ao mesmo protocolo de DR ou de humanos submetidos à cirurgia bariátrica. Finalmente, esta(s) molécula(s) é/são proteína(s) ou dependente(s) de proteínas para atuar. A identificação da(s) molécula(s) responsável(eis) por tal função poderá abrir novos caminhos para o desenvolvimento de fármacos capazes de combater a obesidade. | |
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