| Processo: | 20/08063-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado Direto |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2021 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2025 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Ciência e Tecnologia de Alimentos - Ciência de Alimentos |
| Pesquisador responsável: | Joao Paulo Fabi |
| Beneficiário: | Lucas de Freitas Pedrosa |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 13/07914-8 - FoRC - Centro de Pesquisa em Alimentos, AP.CEPID |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 22/12253-0 - Estudo in vitro da integridade intestinal humana e modulação de TLR após tratamento com pectina de maracujá modificada, BE.EP.DD |
| Assunto(s): | Bioquímica de alimentos Pectinas Maracujá Albedo Transformação celular neoplásica Neoplasias do cólon Antineoplásicos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | albedo | Anticâncer | Cancer intestinal | cultura tridimensional | Maracujá | pectina modificada | química e bioquímica de alimentos |
Resumo Tem sido demonstrado na literatura a correlação entre maus hábitos alimentares e a escassez ou até ausência de alimentos de origem vegetal na dieta com o desenvolvimento e maior prevalência de diversas doenças crônicas não-transmissíveis, entre elas o Câncer de Cólon. As fibras alimentares têm sido cada vez mais exploradas como um dos fatores com características protetoras em relação a esse desenvolvimento, além de seus outros benefícios já bem estabelecidos. As pectinas são um tipo de fibra alimentar solúvel e são encontrados em diversos vegetais e frutos. Atualmente, é conhecido um efeito anticancerígena de diversas pectinas tanto naturais quanto modificadas. Quando modificadas termicamente, alguns tipos de pectinas desempenham atividade anticâncer mais significativa do que quando nativas, sendo o efeito relacionado às alterações de tamanho e tipos moleculares. O maracujá, especialmente o seu albedo, é rico em pectinas com muitas cadeias de homogalacturonano, uma pectina de caráter mais ácido. Estudos do nosso laboratório verificaram que a modificação química dessas pectinas do albedo do maracujá aumentou a ação anticancerígena em culturas bidimensionais de células de Câncer de Cólon, porém outras metodologias que mimetizem com mais fidedignidade o que ocorre no corpo humano deveriam ser empregadas para obtenção das melhores projeções de bioatividade, além de testar a eficácia do tratamento térmico nessa mesma matriz péctica. Portanto, o presente estudo busca avaliar os efeitos biológicos de pectinas de maracujá termicamente modificadas tanto em modelos in vitro quanto em modelo in vivo de Carcinogênese de Cólon. (AU) | |
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