| Processo: | 13/18897-7 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2017 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Neuropsicofarmacologia |
| Pesquisador responsável: | Lanfranco Ranieri Paolo Troncone |
| Beneficiário: | Lanfranco Ranieri Paolo Troncone |
| Instituição Sede: | Instituto Butantan. São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Cristoforo Scavone ; João Paulo dos Santos Fernandes |
| Assunto(s): | Psicofarmacologia Antidepressivos Manifestações neurocomportamentais Anedonia Receptores de serotonina Quinazolinas Modelos animais |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Antidepressivos | arilsulfoniltriptaminas | modelos animais | neurotransmissores | quinazolinas | stress crônico moderado | Psicofarmacologia |
Resumo
A depressão é um distúrbio psiquiátrico incapacitante e de dificil tratamento tornando o desenvolvimento de novos agentes terapêuticos uma prioridade para a grande indústria farmacêutica e para a química farmacêutica acadêmica. Neste projeto de pesquisa investigaremos os efeitos neuroquímicos de diversas novas entidades moleculares (arilsulfoniltriptaminas, quinazolinas e benzodiidrofuranos), algumas com dados preliminares de atividade antidepressiva, e outros sem perfil definido, desenvolvidas por três colaboradores associados a este projeto, sendo dois pertencentes a Virginia Commonwealth University e um da UNIFESP-Diadema. Serão investigados os efeitos sobre a captação e liberação de serotonina por tecido cerebral de ratos in vitro e a capacidade de ligação (binding) a receptores de serotonina 5HT2c, 5HT3 e 5HT6, assim como histamina. Serão empregados testes comportamentais tradicionais como o teste do nado forçado em ratos (Porsolt), para uma avaliação preliminar ou complementar. De modo complementar, em vista da crescente insatisfação com os modelos animais usuais de avaliação de antidepressivos, procederemos a uma investigação sobre o modelo da anedonia causada por estresse moderado crônico. Segundo este modelo, o estresse leva a anedonia, medida pela preferência a ingestão de sacarose, em ratos, que é revertida pela administração de antidepressivos. No entanto, nota-se certa irregularidade quanto aos sucesso no desenvolvimento da anedonia que nós propomos estar relacionada aos tipos de estresse empregados para sua indução, sendo estes de natureza física ou processiva de modo indiscriminado. Pretendemos investigar especificamente se estes dois tipos de estresses causam anedonia de modo diferente. Esta definição pode levar a propositura de um modelo mais seguro para a avaliação do potencial antidepressivo de novas drogas, representando enorme economia e eficiência no desenvolvimento de novos fármacos. Ainda, o mapeamento de circuitos cerebrais envolvidos na anedonia, comparados com os de pacientes deprimidos, pode oferecer pistas para uma compreensão melhor das bases neuronais desta doença. (AU)
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre o auxílio: |
| Mais itensMenos itens |
| TITULO |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): |
| Mais itensMenos itens |
| VEICULO: TITULO (DATA) |
| VEICULO: TITULO (DATA) |