| Processo: | 15/25942-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2017 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Parasitologia - Protozoologia de Parasitos |
| Pesquisador responsável: | Lucile Maria Floeter-Winter |
| Beneficiário: | Stephanie Maia Acuna |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Fisiologia animal Leishmania mexicana Arginase Óxido nítrico sintase Arginina Macrófagos MicroRNAs Camundongos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | arginase | camundongos C57BL | Metabolismo de arginina | Oxido Nitrico | Óxido nítrico sintase | 6 | Fisiologia de Tripanossomatídeos |
Resumo O projeto está baseado na hipótese de que a Leishmania (Leishmania) amazonensis é capaz de alterar a expressão de microRNAs (miRNA) e consequentemente de mRNAs da via de produção de poliaminas de macrófagos infectados. Resultados preliminares apontam para miRNAs/mRNAs envolvidos no metabolismos de L-arginina, essenciais para a sobrevivência do parasita, em contraponto à via de produção de óxido nítrico (NO), que mata o parasita. Desse modo, a alteração na expressão de alguns miRNAS do macrófago, envolvidos no controle pós-transcricional da óxido nítrico sintase 2 (NOS2) auxiliaria na manutenção do parasita no vacúolo parasitóforo, como um dos meios de subverter a resposta imune do hospedeiro.A composição de miRNAs em processos infecciosos causados por bactérias e vírus, assim como de células cancerígenas, vem sendo intensamente estudada nos últimos anos, mas a composição de miRNAs durante a infecção por Leishmania começou a ser estudada recentemente. Este projeto tem como objetivo central avaliar as alterações na composição de microRNAs/mRNAs em macrófagos murinos infectados por L. (L.) amazonensis de camundongos C57BL/6 selvagens (WT) e nocautes para NOS2 (NOS2-/-) e suas implicações na regulação de vias relacionadas ao metabolismo da L-arginina para produção de poliaminas ou NO pelo hospedeiro e pelo parasita para o estabelecimento da infecção. | |
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