| Processo: | 16/22429-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de janeiro de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2019 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Farmácia - Análise Toxicológica |
| Pesquisador responsável: | Fernando Rogério Pavan |
| Beneficiário: | Rone Aparecido de Grandis |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCFAR). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Toxicogenética Metalofármacos Rutênio Células tumorais Morte celular Espécies de oxigênio reativas Expressão gênica Cultura celular em 3D Genotoxicidade |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | câncer | cultura celular em 3D | expressão gênica | Genotoxicidade | in vitro | morte celular | Toxicogenética |
Resumo Recentemente, complexos de rutênio têm ocupado lugar de destaque na busca por novas terapias anticâncer em razão de sua potencialidade de ação, seletividade em tecido tumoral e toxicidade inferior aos complexos de platina, atualmente utilizados na clínica. A diversidade de seus ligantes é fundamental para que estes metalofármacos atinjam múltiplos alvos biológicos e assim, superem as limitações das terapias existentes. Uma abordagem para moléculas multialvo é a combinação de ligantes bioativos com propriedades antitumorais comprovadas, como os derivados de naftoquinonas naturais. Baseados nisto este estudo propõe a avaliação e caracterização das propriedades toxicogenéticas e antitumorais de oito novos complexos de rutênio contendo os bioligantes lapachol e lausona. Uma triagem inicial será realizada por meio da viabilidade celular em células tumorais de próstata, pulmão, mama, intestino e fígado. Os complexos que apresentarem atividades promissoras serão avaliados quanto à capacidade de interação com o DNA, por meio de testes físico-químicos e pela avaliação da genotoxicidade in vitro em modelos de cultivo convencionais e em três-dimensões (3D). Os possíveis mecanismos pelos quais estes complexos induzem morte celular serão avaliados por apoptose e necrose, pela geração de Espécies Reativas de Oxigênio (EROs) e pela expressão de genes envolvidos nas principais vias de proliferação celular, alterações epigenéticas e de metabolismo de fármacos. Ao final do trabalho, espera-se que os dados obtidos permitam verificar se há alguma correlação entre estrutura e atividade, em vista de elucidar os possíveis mecanismos de ação destes complexos. (AU) | |
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