| Grant number: | 08/58032-7 |
| Support Opportunities: | Program for Research on Bioenergy (BIOEN) - Regular Program Grants |
| Start date: | February 01, 2011 |
| End date: | January 31, 2013 |
| Field of knowledge: | Biological Sciences - Biochemistry - Metabolism and Bioenergetics |
| Principal Investigator: | Eduardo Alves de Almeida |
| Grantee: | Eduardo Alves de Almeida |
| Host Institution: | Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas (IBILCE). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de São José do Rio Preto. São José do Rio Preto , SP, Brazil |
| City of the host institution: | São José do Rio Preto |
Abstract
Derivados de petróleo estão entre os contaminantes ambientais mais produzidos no mundo e são os produtos mais toxicologicamente relevantes em relação ao meio aquático. Atualmente, combustíveis fósseis como o óleo diesel vem sendo substituído gradativamente pelo biodiesel, por ser uma fonte de energia renovável, barata e menos poluente. No Brasil, a partir de 2013, apenas o biodiesel B5 (5% de biodiesel em 95% de diesel de petróleo) poderá ser utilizado como combustível e na composição de óleos lubrificantes no lugar do petrodiesel. Porém, pouco se sabe sobre a toxicidade desta nova fonte de energia sobre a biota aquática e se ela é mais ou menos nociva que o óleo diesel derivado do petróleo sobre esses organismos. Sendo assim, este trabalho pretende analisar comparativamente algumas respostas bioquímicas em duas espécies de peixes, a tilápia do Nilo, Oreochromis niloticus, é o cascudo marrom, Pterygoplichthys anisitsi, após a exposição controlada ao diesel e biodiesel. Anima serão expostos por 2 e 7 dias a diesel de petróleo, biodiesel B5 (contendo 5% de biodiesel) e biodiesel B20 (contendo 20% de biodiesel), a 0,1 e 0,5 mL/L de água. Os parâmetros de análise propostos são: atividade de citocromo P450, GST, SOD, CAT, GPx, nível de peroxidação lipídica, nível oxidação de bases do DNA e níveis de glutationa reduzida e oxidada. Dessa forma, analisaremos se existe diferença na toxicidade produzida pelo biodiesel em relação ao petrodiesel nesses organismos. Além disso, verificaremos qual das duas espécies é mais susceptível ao contaminante, visto que a tilápia, por ser de hábito nectônico, terá acesso as frações solúvel e insolúvel dos combustíveis, enquanto o cascudo sendo bentônico, terá acesso apenas à fase solúvel. (AU)
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