| Grant number: | 09/01057-0 |
| Support Opportunities: | Scholarships in Brazil - Doctorate |
| Start date: | July 01, 2009 |
| End date: | February 28, 2013 |
| Field of knowledge: | Biological Sciences - Botany - Plant Morphology |
| Principal Investigator: | Simone de Pádua Teixeira |
| Grantee: | Cristina Ribeiro Marinho |
| Host Institution: | Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brazil |
Abstract As flores que são polinizadas à noite normalmente exalam odores fortes, pois nessas espécies a fragrância é o principal meio de localização das inflorescências pelos seus polinizadores. A liberação de odor pelas flores pode ocorrer de várias formas, seja difusamente por toda a superfície floral, seja em regiões bem definidas e especializadas, denominadas osmóforos. Osmóforos são comumente relatados nos órgãos florais de espécies da família Orchidaceae, mas pouco estudados em Leguminosae. Sua ocorrência geralmente está associada à melitofilia. Diante da complexidade de estruturas envolvidas na síntese de odores e das diversas formas de liberação, os estudos anatômico e químico das regiões envolvidas na emissão de voláteis presentes nos órgãos florais são importantes, pois esses estudos podem fornecer informações fundamentais para o entendimento das interações ecológicas de plantas e seus polinizadores. Além desse fato, análises anatômicas comparativas de estruturas secretoras como osmóforos podem fornecer dados que auxiliem na determinação de relações filogenéticas entre as espécies. Entretanto, a semelhança de características florais diretamente relacionadas à polinização, como a morfologia dos osmóforos, pode ocorrer devido a eventos de convergência evolutiva associados a mecanismos de polinização semelhantes e não pelo parentesco entre os grupos. Dessa forma, este trabalho tem como objetivos (1) levantar caracteres anatômicos florais compartilhados pelas espécies de Leguminosae com polinização noturna e, então, determinar se a polinização noturna em espécies de Leguminosae está relacionada com a presença de osmóforos em seus órgãos florais; (2) investigar se os osmóforos presentes nessas espécies são ontogenetica e morfologicamente semelhantes constituindo homologias para a família. Para tal, botões florais em várias fases de desenvolvimento e flores de algumas espécies noturnas de Leguminosae serão fixados e processados para análises em microscopias de luz, eletrônica de varredura e eletrônica de transmissão. Análises histoquímicas serão realizadas nas peças florais a fim de determinar a localização e a caracterização das substâncias produzidas. | |
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