| Processo: | 16/07846-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2019 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Odontologia - Odontologia Social e Preventiva |
| Pesquisador responsável: | Adriana Franco Paes Leme |
| Beneficiário: | Adriana Franco Paes Leme |
| Instituição Sede: | Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM). Campinas , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Campinas |
| Pesquisadores associados: | Alan Roger dos Santos Silva ; Ana Carolina Prado Ribeiro e Silva ; Daniela Campos Granato |
| Assunto(s): | Espectrometria de massas Neoplasias bucais Proteômica Peptidômica Vesículas extracelulares |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | cancer oral | Espectrometria de massas | Peptidômica | vesículas extracelulares | Proteômica |
Resumo
O tipo mais comum de câncer de boca é o carcinoma de células escamosas (CEC), uma neoplasia maligna derivada do epitélio escamoso estratificado. A estimativa de câncer no Brasil para o ano de 2016 indica a ocorrência de aproximadamente 600 mil novos casos de câncer, dentre os quais 15.490 seriam de casos novos de câncer da cavidade oral, sendo 11.140 casos em homens e 4.350 em mulheres (INCA, 2016). O fator prognóstico mais utilizado é o estadiamento clínico do tumor, baseando-se na classificação TNM. Entretanto, esse sistema de classificação não é perfeito, principalmente porque tumores com morfologia e estágio similares apresentam diferentes comportamentos devido às características biológicas distintas. Além disso, um outro desafio clínico é correlacionar as informações histopatológicas e o prognóstico dos pacientes pois podem não refletir a biologia do tumor. Dessa forma, existe uma grande necessidade de explorar os mecanismos de desenvolvimento da doença para melhorar a decisão clínica no prognóstico, avaliar o perfil de risco do paciente, avaliar possibilidade de recorrência, como também para guiar para estratégias terapêuticas específicas. As vesículas extracelulares (VEs) tem ganhado uma considerável atenção nos últimos anos como mediadoras da sinalização intercelular e um novo modo de comunicação intercelular. Especialmente em câncer, as VEs tem sido associadas à preparação do sítio pré-metastático, pois atuam como mensageiras por carrearem moléculas de sinalização, como proteínas, lipídeos, metabólitos, RNA e DNA. Além de caracterizações e funções de proteínas exploradas no nosso grupo para CEC e mostrados na literatura, uma questão ainda não elucidada é o processamento das proteínas que ocorre dentro da VEs ou mesmo a seleção de peptídeos processados no citoplasma para dentro das VEs. Os peptídeos bioativos podem carrear sequências conservadas que podem regular alvos parácrinos e autócrinos. A identificação e o conhecimento do papel funcional desses peptídeos em VEs podem revelar moléculas envolvidas na progressão tumoral. A análise do rastreamento de nanopartículas combinada com proteômica baseada em descoberta são técnicas robustas para quantificar as VEs e identificar peptídeos. Dessa forma, esse projeto visa caracterizar os peptídeos extraídos de VEs de (1) células, originadas ou não, de metástases, SCC-9 LN1 e SCC-9, (2) saliva e (3) plasma de pacientes com câncer oral com estadiamento clínico de N0 com T3 e T4 e N+ com T1 e T2. Espera-se com os resultados gerados (i) caracterizar os peptídeos bioativos em VEs, (ii) associar essas informações às características clínico-patológicas dos pacientes e (iii) explorar a função em eventos biológicos envolvidos em câncer oral. (AU)
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