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Determinação dos mecanismos efetores do sistema imune que participam do controle da infecção murina por Legionella pneumophila

Processo: 07/55852-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de outubro de 2007
Vigência (Término): 31 de julho de 2011
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Celular
Pesquisador responsável:Dario Simões Zamboni
Beneficiário:Marcelo de Souza Fernandes Pereira
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto, SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:06/52867-4 - Reconhecimento de patógenos bacterianos por receptores intracelulares e sua importância no controle da infecção microbiana, AP.JP
Assunto(s):Flagelina   Caspase 1

Resumo

A bactéria Gram negativa Legionella pneumophila, utiliza um sistema de transporte de proteínas do tipo IV (denominado Dot/Icm) para injetar proteínas bacterianas diretamente no citoplasma celular. Tais componentes podem ser detectados por células do sistema imune inato, que possuem receptores especializados rio reconhecimento de padrões moleculares associados à patógenos. Em camundongos, a resistência à infecção é dependente da ativação de caspase-1 por receptores Nod-like como Naipo e Ipaf. A ativação desses receptores culmina com restrição da infecção de macrófagos por L. pneumophila. Devido a esse reconhecimento, camundongos em background C57BL/6 são extremamente resistentes à infecção por L. pneumophila, o que inviabiliza a utilização de diversos animais nocautes quando L. pneumophila é utilizada como modelo. Recentemente, demonstramos que mutantes de Legionella que não expressam flagelina escapam do reconhecimento por Naip5/lpaf e tornam-se capazes de se multiplicar em macrófagos restritivos. Dessa forma, a utilização de bactérias deficientes em flaA pode viabilizar a utilização de nocautes em background C57BL/6 representando uma ferramenta valiosa para o estudo da patogênese e imunidade contra L. pneumophila. A proposta do presente projeto de pesquisa consiste em utilizar bactérias deficientes em flagelina para estabelecer um modelo murino de doença dos legionários. Dessa forma, utilizaremos camundongos nocautes (background C57BL/6) para avaliar componentes da imunidade inata e adaptativa que operam no controle da infecção por L. pneumophila. Os nocautes a serem utilizados incluem: 1) receptores da imunidade inata como TLR2, 4, 6, 9, MyD88, Nod1 e 2, e Rip2; 2) células da imunidade inata e adaptativa como NK, neutrófilos e linfócitos T CD4, CD8, B, e B-1 ; 3) citosinas e mecanismos efetores iNOS, TNF-a IFN-g. (AU)

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