| Processo: | 11/10321-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular |
| Pesquisador responsável: | Deborah Schechtman |
| Beneficiário: | Darlene Aparecida Pena |
| Instituição Sede: | Instituto de Química (IQ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 14/16037-3 - Anticorpos conformacionais para PKCs clássicas e suas aplicações, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Transdução de sinais Fosforilação |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | célula tronco embrionária | fosforilação | Quinases | Transdução de sinal | Sinalização Celular |
Resumo Células tronco embrionárias (CTE) proliferam mantendo a capacidade de se diferenciar em diversos tipos celulares (auto-renovação). Para o uso eficiente das CTEs na terapia celular é necessário conhecer os processos moleculares específicos da diferenciação e da auto-renovação das CTE. A família das serina/ treonina quinases proteínas quinases C (PKC) vem sendo apontada como importantes enzimas para os processos de proliferação e diferenciação das CTEs. Todavia, a função exata de cada isoforma dessa família composta por 10 isoenzimas ainda não está clara. Nos últimos anos nosso laboratório vem caracterizando o papel das diferentes isoenzimas das PKCs em CTE indiferenciadas. Nossos dados sugerem que dentre as PKCs expressas em CTE, formas de peso molecular menor da PKC²I são expressas no núcleo das CTE murinas e possivelmente por não conterem o pseudo-substrato, responsável pela auto-inibição da enzima são formas cataliticamente ativas da PKC²I. Além disso, estudos de fosfoproteômica indicam que a maioria dos substratos da PKC²I em CTE indiferenciadas são proteínas nucleares que regulam a transcrição de proteínas envolvidas em processos de proliferação/ diferenciação. Constatamos também que durante a diferenciação ocorre uma mudança de localização sub-celular da PKC²I que passa a ser expressa no citoplasma de várias células diferenciadas, e que algumas células diferenciadas deixam de expressar a PKC²I. Juntos, estes dados contribuem para a hipótese de que a PKC²I possa estar envolvida em processos importantes das CTE indiferenciadas, como por exemplo, a manutenção do seu estado indiferenciado. Desta forma, o presente projeto visa estudar a função da PKC²I por meio da identificação e modulação da interação da PKCbI com as suas proteínas parceiras em CTE murinas indiferenciadas, para tanto usaremos estratégias novas como por exemplo o desenvolvimento de anticorpos conformacionais específicos para a PKCbI ativa, e identificaremos proteínas que se ligam especificamente á PKCbI ativa. Esse estudo será fundamental para a elucidação das cascatas de sinalização que levam à auto-renovação das CTE. Como a auto-renovação também é um dos processos fundamentais na carcinogênese, estes resultados poderão ser utilizados posteriormente para o estudo de vias de sinalização com modelos de câncer. Conhecendo-se proteínas parceiras poderemos posteriormente regular interações proteína/ proteína específicas o que poderá ser relevante para o desenvolvimento de novas estratégias para a terapia celular com CTE bem como para o tratamento do câncer. | |
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