| Processo: | 09/17234-9 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2010 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2012 |
| Área do conhecimento: | Ciências Agrárias - Ciência e Tecnologia de Alimentos - Engenharia de Alimentos |
| Pesquisador responsável: | Maria Angela de Almeida Meireles Petenate |
| Beneficiário: | Maria Angela de Almeida Meireles Petenate |
| Instituição Sede: | Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Campinas |
| Assunto(s): | Cromatografia com fluido supercrítico Tecnologia de alimentos Alimentos funcionais Extratos vegetais Antioxidantes |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | antocianinas | Aumento de escala | Carotenóides | Custo de manufatura | Extração Supercrítica | flavonóides | Óleos voláteis (essenciais) | Tecnologia Supercrítica |
Resumo
A obtenção de compostos bioativos a partir de matrizes biológicas por extração supercrítica, uma tecnologia verde com muitas vantagens, é tecnicamente viável para inúmeras matrizes biológicas. A tecnologia supercrítica é viável tanto para a produção de ingredientes para as indústrias de alimentos, cosmecêuticos. No Brasil a quantidade e a qualidade das pesquisas nesta área são expressivas. Mas, em nosso país não existem indústrias empregando esta tecnologia seja para a produção de extratos. Um dos motivos é a associação desta tecnologia a gastos elevados de investimento. Estudos realizados no LASEFI/ DEA/FEA/UNICAMP comprovam que esta tecnologia é economicamente viável em nosso país para a produção de extratos bioativos. Objetivando disseminar para o Setor Produtivo as vantagens da tecnologia supercrítica pretendemos desenvolver um estudo sistemático sobre o aumento de escala para obtenção de extratos vegetais com atividade antioxidante e caracterização química dos mesmos. Os estudos de aumento de escala serão realizados utilizando duas unidades de extração: (1) unidade SFE 2×1L montada com recursos do CNPq (Edital MCT/CNPq 02/2006 - Universal; processo 472023/2006-3) e (2) unidade SFE 2×5L adquirida com recursos do projeto PITE- FAPESP 05/60485-1. A utilização das duas unidades de extração permitirá a transposição de dados da escala laboratorial para escala semi-piloto e posteriormente para escala piloto. Os extratos obtidos serão caracterizados quanto a sua composição química e atividade antioxidante; portanto, estes parâmetros serão usados para o controle de qualidade do processo. (AU)
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