| Processo: | 13/22522-9 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2017 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas |
| Pesquisador responsável: | Ruy Ribeiro de Campos Junior |
| Beneficiário: | Ruy Ribeiro de Campos Junior |
| Instituição Sede: | Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Adriana Castello Costa Girardi ; Alex Yuri Simões Sato ; Cassia Marta de Toledo Bergamaschi ; Guiomar Nascimento Gomes |
| Assunto(s): | Fisiologia cardiovascular Hipertensão Sistema nervoso simpático Sistema vasomotor Estresse oxidativo Telemetria Angiotensina II |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | angiotensina II | Atividade vasomotora simpática | Estresse oxidativo | Nervo renal | receptor | Telemetria | Fisiologia Cardiovascular |
Resumo
A hipertensão arterial renovascular dependente da angiotensina II (Ang II) é caracterizada por hiperativação simpática e, portanto, com forte componente neurogênico. Estudos prévios em nosso laboratório demonstraram que no modelo 2 rins, 1 clipe (2R-1C) em ratos o aumento da atividade nervosa simpática renal (ANSr) contribui para o desenvolvimento da hipertensão arterial e que há aumento da expressão de receptor de angiotensina tipo 1 (AT1) em regiões cerebrais envolvidas no controle tônico e reflexo da pressão arterial (PA) bem como, no córtex do rim isquêmico. Esses dados sugerem que há interação entre mecanismos centrais e renais associados à ação da Ang II levando ao aumento da PA e simpatoexcitação na hipertensão renovascular. Deste modo, nossa hipótese é que a ativação simpática que se estabelece na hipertensão renovascular altere a expressão de receptores AT1 e AT2 de forma diferenciada nos rins isquêmico e contralateral (não isquêmico) de ratos 2R-1C, produzindo assim, diferentes respostas fisiológicas e morfológicas renais que culminam no aumento da PA. O objetivo deste trabalho será avaliar se a denervação renal do rim isquêmico, o qual libera renina, dos ratos hipertensos produz alterações sobre a função e morfologia renal, fração de excreção de sódio e potássio e expressão de receptores AT1 e AT2 no córtex e medula dos rins isquêmico e contralateral. Além disso, considerando que se trata de hipertensão com forte componente neurogênico, as expressões destes receptores e de componentes do sistema renina-angiotensina serão avaliados em regiões pré-motoras do simpático (região RVL e PVN) responsáveis pela geração e controle central da ANSr. Comparativamente, serão realizados tratamentos com um bloqueador de receptor AT1, losartan (30 mg/Kg/dia), ou um anti-hipertensivo de ação inespecífica, hidralazina (25 mg/Kg/dia), a fim de discriminar as alterações conseqüentes à queda de ANSr e PA. Portanto, esses dados poderão contribuir para um melhor entendimento da interação entre mecanismos centrais e renais envolvidos na hipertensão renovascular. (AU)
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