| Processo: | 14/22561-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2018 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Microbiologia - Biologia e Fisiologia dos Microorganismos |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Maria Cristina Roque Antunes Barreira |
| Beneficiário: | Relber Aguiar Gonçales |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 13/04088-0 - Lectinas de patógenos, AP.TEM |
| Assunto(s): | Paracoccidioides brasiliensis Fatores de virulência Biologia molecular |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | fator de virulência | Paracoccidioides brasiliensis | Paracoccina | superexpressão | Biologia Molecular |
Resumo Espécies do gênero Paracoccidioides spp. são fungos patogênicos, termodimórficos e agentes etiológicos da Paracoccidioidomicose (PCM), a principal micose da América Latina. O indivíduo infectado com Paracoccidioides spp. desenvolve uma resposta contra o fungo como forma de eliminá-lo do organismo. A resistência à infecção por P. brasiliensis está associada à secreção de altos níveis de TNF-± e IFN-³. Há muitos esforços para caracterizar componentes fúngicos importantes para sua virulência, utilizando técnicas de knockdown gênico em diferentes fungos patogênicos. Nosso grupo identificou a lectina paracoccina como um componente de leveduras de P. brasiliensis, que é alvo deste projeto. Esta lectina se liga a N-Acetilglucosamina, contribui para o crescimento do fungo e para sua adesão à matriz extracelular. Além disso, induz macrófagos a produzirem TNF-± e altas concentrações de NO e interage com TLR2 e TLR4. Considerando a relevância dos papéis biológicos desempenhados por paracoccina, propomo-nos a desenvolver uma ferramenta molecular que aumente sua expressão gênica em P. brasiliensis, viabilizando os efeitos de superexpressão da paracoccina na levedura e na resposta imunitária do hospedeiro. Os resultados que serão obtidos podem contribuir para o entendimento da participação da paracoccina na biologia do fungo e no curso da PCM experimental. (AU) | |
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