| Processo: | 13/00713-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2015 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina |
| Pesquisador responsável: | Maria Lucia Cardillo Corrêa Giannella |
| Beneficiário: | Nelly Takashima Fabre |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 12/04831-1 - Novos moduladores do controle glicêmico e do desenvolvimento de complicações crônicas no Diabetes mellitus: perspectivas preventivas e terapêuticas, AP.TEM |
| Assunto(s): | Endocrinologia Diabetes mellitus Hepatopatia gordurosa não alcoólica Fígado gorduroso |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | diabetes mellitus | doença hepática gordurosa não alcoólica | produtos finais da glicação avançada | Endocrinologia |
Resumo A doença hepática gordurosa não alcoólica (NAFLD) compreende um espectro que inclui a esteatose simples e a esteatohepatite não alcoólica e é considerada o componente hepático da assim chamada Síndrome Metabólica. Portadores de diabetes mellitus tipo 2 (DM2) demonstram uma maior suscetibilidade para desenvolver e apresentar progressão da NAFLD do que os não diabéticos: a prevalência estimada de NAFLD na população geral varia de 17 a 33%, enquanto parece estar presente em até 70% dos portadores de DM2. Recentemente, estudos têm demonstrado que os produtos finais da glicação avançada (AGEs) estimulam a produção de proteínas de matriz extracelular, a geração de espécies reativas de oxigênio e de citocinas pró-inflamatórias por células hepáticas. A hipótese deste trabalho é que proteínas glicadas contribuam para desordens metabólicas (acúmulo de lípides, estresse inflamatório e oxidativo) que predispõem ao desenvolvimento das lesões hepáticas no espectro da NAFLD, independentemente da hiperglicemia. Assim o objetivo do presente projeto é avaliar se a injeção crônica (três meses) diária de albumina-AGE modifica o perfil histológico, inflamatório e antioxidante do tecido hepático e se o tratamento com N-acetilcisteína (NAC) atenua esses possíveis efeitos. Para tanto, serão avaliados: o perfil metabólico dos animais, a histologia hepática e o infiltrado de células de Kupffer, o conteúdo hepático de lípides, o conteúdo hepático de espécies reativas de oxigênio e a expressão hepática de marcadores de células de Kupffer M1 (IL-6, TNF-a) e M2 (IL-10, arginase-1), de receptores de AGE, do fator de transcrição pró-inflamatório NF-kB e de enzimas antioxidantes e lipogênicas. Quatro grupos experimentais serão avaliados: (1) Grupo que receberá injeção diária de albumina controle (20 mg/kg peso); (2) Grupo que receberá albumina controle + NAC; (3) Grupo que receberá albumina-AGE (20 mg/kg peso) e (4) Grupo que receberá albumina-AGE + NAC. (AU) | |
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