Resumo
A encefalomielite experimental auto-imune (EAE) e a Neurite experimental auto-imune são modelos de doença auto-imune mediadas por linfócitos T, uma vez que essas doenças podem ser transferidas adotivamente para animais normais por linfócitos T CD4. A função efetora desses linfócitos, entanto, pode ser diminuída pelos linfócitos T reguladores. No entanto, tanto os linfócitos T auto-reativos como os linfócitos reguladores são identificados dentro da população de linfócitos T CD4. A marcação dos linfócitos T efetores, portanto, abre uma possibilidade de entendimento da migração desses linfócitos para o sistema nervoso (central ou periférico) assim como a interação das células auto-reativas com as células reguladoras que co-migram para atenuar a inflamação no sistema nervoso. Nesse estudo, empregaremos a técnica de transdução retroviral de GFP nas células T auto-reativas. Esse método permite uma marcação permanente e a análise das células auto-reativas in vitro, ex vivo e in vivo, por citometria de fluxo e/ou microscopia confocal. Ainda, essa técnica possibilita a transdução de genes específicos acoplados ou não ao GFP, servindo de ferramenta para a introdução genética (knock in) em uma determinada população celular Ainda, esse método de marcação possibilitará o acompanhamento da migração dos linfócitos T CD4 auto-reativos e a expressão de moléculas citotóxicas como granzima e perfurina por essas células durante a evolução da EAE e da EAN. (AU)
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