| Processo: | 17/16280-3 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de janeiro de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2019 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia Geral |
| Pesquisador responsável: | Marco Aurélio Ramirez Vinolo |
| Beneficiário: | Marco Aurélio Ramirez Vinolo |
| Instituição Sede: | Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Campinas |
| Assunto(s): | Intestinos Enteropatias Colite Células epiteliais Fenômenos fisiológicos celulares Fator 1 induzível por hipóxia Ácidos graxos voláteis Microbioma gastrointestinal |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | ácidos graxos de cadeia curta | Células epiteliais intestinais | colite | hipóxia | Inflamação | Organóides intestinais | Fisiologia Celular |
Resumo
Os ácidos graxos de cadeia curta (AGCCs) são produtos oriundos da microbiota intestinal, sendo produzidos principalmente pela fermentação das fibras alimentares. Encontrados em altas concentrações no cólon, os AGCCs desempenham papel energético fundamental para as células epiteliais, possuem importantes efeitos imunomodulatórios, além de auxiliarem na manutenção da homeostase intestinal através da regulação da proliferação/apoptose das células epiteliais intestinais (IECs) e da produção dos peptídeos de defesa do hospedeiro. Estudos recentes relacionam o papel energético dos AGCCs com maior ativação (indireta) de HIF-1 nas IECs, não levando em consideração, porém, seus outros mecanismos de atuação (ação epigenética e via FFAR2). Com isso, este trabalho tem por objetivo investigar a participação e a importância da expressão de HIF-1 em células epiteliais intestinais sobre os efeitos dos AGCCs produzidos em condições fisiológicas (dietas com diferentes quantidades de fibras) e patológicas (colite induzida por C. difficile). Além disso, pretendemos analisar mecanismos adicionais de interação direta entre os AGCCs e HIF-1 incluindo o papel de modificações epigenéticas e a ativação do receptor de AGCCs FFAR2. Para tanto, utilizaremos modelos in vivo (animais com deleção tecido específico de HIF-1± e/ou Vhl e nocautes para FFAR2) quanto in vitro (organoides intestinais), nos quais faremos análises moleculares incluindo Western blotting, imunofluorescência, RT-PCR, análise de 16S, sequenciamento de RNA, ChIP-Seq, testes com inibidores de HDACs e análises imunohistológicas do intestino após modelo de colite induzida por C. difficile. (AU)
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