| Processo: | 14/11108-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2017 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia Comparada |
| Pesquisador responsável: | Karen de Morais Zani |
| Beneficiário: | Karen de Morais Zani |
| Instituição Sede: | Instituto Butantan. São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Anita Mitico Tanaka-Azevedo ; Aparecida Sadae Tanaka ; Kathleen Fernandes Grego ; Marisa Maria Teixeira da Rocha ; Sávio Stefanini Sant Anna |
| Assunto(s): | Serpentes Bothrops jararaca Crotalus Venenos de serpentes Estudo comparativo |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Alimentação | Bothrops jararaca | Crotalus durissus terrificus | Serpentes de cativeiro | Veneno de serpentes | Fisiologia de serpentes |
Resumo
As peçonhas de serpentes constituem as toxinas animais mais estudadas. A variabilidade da composição do veneno foi descrita não apenas intra e interespécies, mas também de acordo com o sexo, a idade e a distribuição geográfica dos animais, e na maioria dos estudos a dieta das serpentes foi considerada como o fator desencadeador desta variação. O Laboratório de Herpetologia do Instituto Butantan fornece venenos para a produção do soro antiveneno e para a pesquisa científica não somente para o Instituto, como também para outras instituições. Atualmente, observa-se que o número de serpentes doadas ao Instituto vem diminuindo gradativamente, fazendo com que o Laboratório de Herpetologia, em que está inserido o biotério de serpentes, desenvolva técnicas de manutenção e reprodução para se tornar autossuficiente na criação destes animais. Assim, o plantel do Laboratório de Herpetologia é composto, em sua maioria, por serpentes nascidas e/ou mantidas em cativeiro por um longo período de tempo e alimentadas exclusivamente com camundongos e/ou ratos. Considerando-se que a presença de modificações na composição do veneno de serpentes mantidas em cativeiro ainda não foi investigada, o objetivo deste trabalho é avaliar a influência da dieta na composição do veneno das serpentes B. jararaca e C. durissus terrificus do Laboratório de Herpetologia do Instituto Butantan. Essa avaliação envolve a caracterização bioquímica dos venenos em estudo por meio de metodologias clássicas, como dosagem de proteínas, eletroforese em gel de poliacrilamida uni e bidimensional, com identificação dos "spots" de interesse por espectrometria de massas, e cromatografia líquida de alta performance. Este estudo compreende também a caracterização biológica das amostras, a qual compreenderá não somente a determinação das suas atividades já bem estabelecidas, como proteolítica, coagulante e hemorrágica, e determinação de dose letal, mas também análises "antivenômicas" e avaliação da genotoxicidade das toxinas, atividade a qual são atribuídas as manifestações tardias do envenenamento, por meio das análises de cometa e micronúcleo. (AU)
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