Resumo
No Brasil, cerca de um terço dos leitos de terapia intensiva é ocupado por pacientes sépticos, com uma taxa de mortalidade de 55,7% em comparação com as médias mundiais de 26% relatadas recentemente. Nesse projeto pretendemos integrar investigação básica e clínica na Sepse, abrangendo da patogênese e desenvolvimento de estratégias de intervenção até estudos epidemiológicos que nos permitam conhecer a realidade da Sepse em nosso país. O projeto abrange três linhas de investigação: pesquisa translacional, pesquisa experimental e pesquisa epidemiológica. Essas linhas estão estruturadas em três eixos integrados de ação: 1- pesquisa translacional: constituímos rede de hospitais, que acompanharão prospectivamente pacientes com Sepse, com armazenamento de informações clínicas e epidemiológicas. Amostras biológicas dos pacientes serão processadas no laboratório de imunologia, onde serão conduzidos estudos de expressão gênica, proteica e função celular com foco no imunometabolismo; um possível alvo terapêutico deve ser testado em uma intervenção - prova de conceito; 2- pesquisa experimental: modelos de experimentação animal e modelagem computacional onde serão avaliadas novas hipóteses e potenciais alvos terapêuticos; 3- estudos epidemiológicos serão conduzidos em associação com rede de pesquisadores de unidades de emergência e de terapia intensiva para caracterização de dados demográficos sobre Sepse no Brasil. (AU)
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre o auxílio: |
| Mais itensMenos itens |
| TITULO |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): |
| Mais itensMenos itens |
| VEICULO: TITULO (DATA) |
| VEICULO: TITULO (DATA) |