| Processo: | 16/02012-4 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2018 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Morfologia - Histologia |
| Pesquisador responsável: | Sonia Maria Oliani |
| Beneficiário: | Sonia Maria Oliani |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas (IBILCE). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de São José do Rio Preto. São José do Rio Preto , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São José do Rio Preto |
| Pesquisadores associados: | Mauro Perretti ; Silvia Graciela Correa |
| Assunto(s): | Cólon Mastócitos Resposta inflamatória Citocinas Fator de necrose tumoral alfa Anexina A1 Inflamação |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Anexina A1 | Células inflamatórias | citocinas | Cólon | fator de necrose tumoral alfa | mastócito | Inflamação |
Resumo
A proteína anexina A1 (AnxA1) atua na resolução da inflamação e tem sido associada a proteção das mucosas gastrointestinais. Várias pesquisas têm mostrado o efeito protetor da AnxA1 na inflamação aguda, regulando o influxo de neutrófilos, monócitos e na desgranulação de mastócitos e em processos inflamatórios crônicos, atuando na resposta a infecções e neoplasias. Por essas razões, nossas investigações buscam avaliar o envolvimento dessa proteína na quebra da imunotolerância intestinal que resulta na retocolite ulcerativa (RU) e, ainda, na resposta do microambiente ao dano carcinogênico. Inicialmente, no modelo de colite induzida quimicamente, os objetivos são investigar a expressão da AnxA1 e produção de citocinas no cólon em camundongos selvagens (WT) tratados com anti-TNF-± neutralizante, enquanto os deficientes de AnxA1 (AnxA1-/-) serão utilizados para testar a mediação dessa proteína na ação do bloqueio do TNF-± durante a inflamação intestinal aguda. No câncer colorretal (CCR), a expressão da AnxA1 é desregulada, afeta o crescimento e a malignização dos tumores colônicos. Desse modo, os mastócitos, pela sua heterogeneidade e importância nesse cenário, serão avaliados quanto à produção de mediadores pró-tumorais em camundongos WT e AnxA1-/- expostos à carcinogênese química. Finalmente, utilizando um modelo in vitro, linhagens humanas de mastócitos e de células tumorais de cólon serão cocultivadas em hipóxia com adição do peptídeo Ac2-26 da AnxA1 para avaliar o efeito sobre a síntese de mediadores pró-tumorais. Nas investigações propostas, serão avaliados parâmetros clínicos, histopatológicos e moleculares, que possibilitarão um melhor entendimento do papel da AnxA1 na regulação do microambiente inflamatório intestinal e, possivelmente, resultar em contribuições efetivas para prevenção e aplicações terapêuticas. (AU)
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