| Processo: | 16/07948-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2018 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Química de Macromoléculas |
| Pesquisador responsável: | Daniel Martins-de-Souza |
| Beneficiário: | Bradley Joseph Smith |
| Instituição Sede: | Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 13/08711-3 - Desenvolvimento de um teste preditivo para medicação bem sucedida e compreensão das bases moleculares da esquizofrenia através da proteômica, AP.JP |
| Assunto(s): | Esquizofrenia Proteoma Proteômica Biomarcadores 2',3'-nucleotídeo cíclico fosfodiesterases |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | CNPase | esquizofrenia | mielina | Oligodendrócitos | Proteoma | proteômica | Proteômica e Proteínas |
Resumo A CNPase (2',3'-Cyclic-nucleotide 3'-phosphodiesterase) tem se mostrado um potencial biomarcador proteico da esquizofrenia, dada a identificação de sua expressão diferencial de forma específica e consistente em tecido cerebral humano coletados de pacientes. A esquizofrenia afeta 0.5% da população mundial e é responsável por uma larga gama de sintomas que impossibilitam os pacientes de viver socialmente. O diagnóstico da esquizofrenia é puramente clinico, já que até agora não há um exame molecular que detecte a doença. Para melhor compreender o papel da CNPase na esquizofrenia, as vias bioquímicas nas quais esta proteína participa precisam ser identificadas e avaliadas. Isso será feito no presente projeto através da análise comparativa da CNPase imunoprecipitada junto de seus parceiros proteicos (interactoma proteico) do cérebro de pacientes com esquizofrenia e controles. Os interactomas serão analisados por espectrometria de massas em larga-escala (shotgun) e quantificados por algoritmos computacionais sem marcação isotópica (label-free). A melhor compreensão e quantificação das proteínas associadas à CNPase em tecido cerebral pode prover importantes dicas sobre as causes ou efeitos desta proteína sobre a esquizofrenia e seu potencial como alvo de novas terapias. (AU) | |
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