| Processo: | 12/15492-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Morfologia - Anatomia |
| Pesquisador responsável: | Maria Julia Marques |
| Beneficiário: | Samara Camaçarí de Carvalho |
| Instituição Sede: | Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Distrofia muscular de Duchenne Morfologia (anatomia) Regeneração muscular |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Dmd | fibrosis | inflammation | mdx mice | muscular regeneration | omega-3 | Morfologia |
Resumo A Distrofia Muscular de Duchenne (DMD) é a mais severa das distrofinopatias e resulta da não expressão da distrofina nos músculos esquelético e cardíaco. A resposta inflamatória é exacerbada e parece contribuir para a progressão da doença levando a fibrose e dificultando a regeneração muscular. No camundongo distrófico mdx, populações distintas de macrófagos (M1-Th1 e M2-Th2) influenciam, respectivamente, a degeneração e regeneração muscular, regulando a progressão da doença. Os macrófagos M2 podem ativar células miogênicas, mas sua atividade por longo tempo pode promover fibrose. Na ausência de cura para a DMD, intervenções terapêuticas na inflamação, fibrose e regeneração muscular podem conduzir a melhoras significativas na saúde e longevidade dos pacientes da DMD. Estudos recentes em nosso laboratório mostraram que o tratamento com ácido eicosapentanóico (EPA) ou cápsulas de ômega-3, por curto tempo, diminui a necrose de músculos distróficos, bem como os níveis de TNF-±, citocina pró-inflamatória relacionada à degeneração muscular. No presente estudo, investigaremos os efeitos do uso prolongado do ômega-3 sobre a inflamação, o acúmulo de fibrose e a regeneração em diferentes músculos do mdx. Pretendemos aprofundar os conhecimentos sobre os mecanismos de ação do ômega-3 no músculo distrófico através de técnicas histológicas, bioquímicas, moleculares e metabolômica, possibilitando o desenvolvimento de novas terapias para a DMD. (AU) | |
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