| Processo: | 15/13320-9 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2018 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Nutrição - Bioquímica da Nutrição |
| Pesquisador responsável: | Mário Roberto Maróstica Junior |
| Beneficiário: | Mário Roberto Maróstica Junior |
| Instituição Sede: | Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Campinas |
| Assunto(s): | Estresse oxidativo Atividade física Compostos bioativos Inflamação Abacate Obesidade |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | abacate | Atividade Física | Estresse oxidativo | Inflamação | obesidade | Compostos Bioativos |
Resumo
Associada a um grande número de doenças, a obesidade, está diretamente relacionada com o desenvolvimento de desordens metabólicas e endócrinas que apresentam consequências graves como a resistência periférica a insulina, diabetes tipo 2 e esteatose hepática não alcoólica. Setenta e uma espécies medicinais de plantas são popularmente utilizadas por brasileiros para o tratamento de doenças relacionadas com a obesidade. A folha de abacate é uma dessas plantas medicinais que contém compostos bioativos, como os flavonóides, que são capazes de diminuir o quadro inflamatório subclínico na obesidade de modo a melhorar a ação da insulina na diabetes tipo 2. O azeite da polpa do abacate, apesar de comercializado no século XXI, apresenta registros dos efeitos positivos na saúde humana com potencial para reduzir os efeitos da esteatose hepática não alcoólica , por conter carotenóides, fitosteróis e ácidos graxos monoinsaturados em quantidade superior ao do azeite de oliva. Compostos bioativos de plantas e de azeites são importantes no tratamento da obesidade e suas comorbidades. Adicionalmente, uma dieta equilibrada associada à atividade física potencializam efeitos benéficos e ajudam na recuperação metabólica promovendo redução de peso, melhora do quadro inflamatório e oxidativo, melhora a ação da insulina e captação de glicose, além de ser tratamento inicial para esteatose hepática não alcoólica. Dentro desse escopo, o presente trabalho objetiva avaliar o efeito do azeite da polpa, do chá da folha do abacate da variedade Hass e da atividade física na obesidade e na inflamação subclínica em ratos Wistar machos alimentados com dieta rica em gordura desde o desmame até a vida adulta. (AU)
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