| Processo: | 15/07749-2 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2018 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Microbiologia - Microbiologia Aplicada |
| Pesquisador responsável: | Gisele Monteiro |
| Beneficiário: | Gisele Monteiro |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Microbiologia industrial Biofarmacologia Leveduras Bactérias Leucemia Glicosilação |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | bactérias | Biofármaco | engenharia de proteína | glicosilação humanizada | Leucemia | Leveduras | Microbiologia Industrial |
Resumo
A L-Asparaginase (L-ASNase) é um biofármaco amplamente utilizado no tratamento de leucemias, especialmente no Brasil. Contudo, as formulações comerciais disponíveis são compostas por proteínas de origem bacteriana, de alto peso molecular e ativas somente quando tetraméricas. Assim, problemas como uniformidade na formulação do medicamento, reações alérgicas e inativação silenciosa da enzima por depuração sérica ou ligação de anticorpos são encontrados em relação a esse biofármaco. O presente projeto propõe a obtenção de microrganismos que super-expressem a enzima L-ASNase com características melhoradas através da análise do efeito da inserção de modificações pós-traducionais como glicosilação. Para alcançar esse objetivo, serão seguidas as estratégias: clonagem das L-ASNases em sistema de expressão eucariótico, caracterização e comparação das atividades e estabilidades dessas enzimas com e sem modificação pós-traducional. As asparaginases escolhidas para os estudos do grupo são: as bacterianas de Escherichia coli e de Erwinia chrysanthemi. O sistema eucariótico que será testado são linhagens convencionais de Pichia pastoris (GS115) e o sistema Glycoswitch (linhagem de P. pastoris geneticamente modificada que realiza glicosilação humanizada). Apenas as isoformas mais promissoras quanto às características cinéticas serão avaliadas em paralelo quanto a sua atividade antitumoral e estabilidade na presença de soro humano in vitro. A inserção de modificações pós-traducionais humanizadas pode ser uma promissora estratégia no mascaramento de epítopos estimuladores do sistema imune humano e de sítios de cisteíno-proteases já identificadas como responsáveis pela depuração sérica nos pacientes. Assim, sítios artificiais de glicosilação podem ser inseridos e avaliados sendo promissores na melhoria das características do biofármaco. (AU)
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